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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL REVOLUCIONANDO OS NEGÓCIOS

A tecnologia já mudou os negócios com a digitalização de processos, gestão de documentos e controle de estoque, e, agora, a Inteligência Artificial (IA) está indo além e deve transformar, completamente, todas as esferas do setor, se tornando uma ferramenta essencial antes, durante e após as vendas.

Com o poder de analisar grandes quantidades de dados, automatizar ações e aprender com os resultados, a IA tem o potencial de fazer que as áreas de vendas trabalhem de forma mais inteligente e efetiva, criando oportunidades de negócios reais.

Dentro da Inteligência Artificial, encontramos diferentes tipos de aplicações tecnológicas que podem ser utilizadas para aprimorar as vendas.

MACHINE LEARNING
É comum as pessoas utilizarem os termos Inteligência Artificial e Machine Learning como uma só ideia, mas trata-se de conceitos diferentes. De forma bem simples, a tecnologia Machine Learning ou Aprendizado de Máquina é uma subcategoria dentro da IA, que coleta dados e utiliza algoritmos para aprender com eles, e, então, determinar uma ação ou fazer uma previsão.

Sabe quando você faz uma pesquisa em um site e depois vê anúncios em suas redes sociais sobre o produto que estava procurando? É a tecnologia que registra e analisa seu comportamento de navegação e, com isso, pode oferecer uma abordagem customizada de acordo com o seu perfil. Porém, essa é uma das utilizações mais simples e comuns de Aprendizado de Máquina em vendas. Cada dia mais, sua aplicação se torna mais específica e efetiva.

Analisando o comportamento on-line de potenciais clientes, a tecnologia consegue traçar previsões e dizer se esse cliente está pronto para fazer uma compra. Essas informações são passadas para a equipe de vendas, que pode fazer uma abordagem comercial mais adequada no melhor momento, aumentando as chances de sucesso.

A empresa de tecnologia, SAP, apresentou este ano no SAP Forum, maior evento de negócios e tecnologia da América Latina, o showcase Vitrine Inteligente. Trata-se de uma nova era da aplicação de Machine Learning, neste caso, aproveitando a abordagem off-line. Com a tecnologia SAP Leonardo Machine Learning foi possível criar vitrines interativas: quando o potencial cliente para em frente à loja, uma câmera capta sua imagem e identifica informações como características físicas, idade, sexo, as cores de suas roupas e quais acessórios está utilizando, e, por meio de uma leitura mais profunda das suas expressões, define até seu humor. Com esses dados, o sistema apresenta, em uma tela, diferentes sugestões personalizadas de compra.

“A Vitrine Inteligente ainda se conecta à Internet e explora feeds sociais e outras fontes para descobrir as tendências da moda e os últimos lançamentos. Tudo isso proporciona uma experiência de compra única, intuitiva e personalizada para o consumidor”, explica Elia Chatah, especialista em soluções de Varejo da SAP Brasil.

Para os lojistas, além dos benefícios na experiência do cliente, também é possível obter previsões de demanda, o que auxilia na tomada de decisão de compras e evita tanto a falta de produtos quanto estoques excessivos.


CHATBOTS
As empresas sabem que é muito mais difícil conquistar um novo cliente do que fazer uma nova venda para alguém que já comprou de você. Por isso, investir em fidelização é fundamental, e o atendimento e o envolvimento do cliente no processo de compra e no pós-venda são definitivos para que ele seja fidelizado ou não.

“Chatbots podem ser grandes aliados nesse desafio. Eles estão sempre disponíveis para os clientes, a qualquer hora e lugar, e podem realizar inúmeras tarefas junto com o cliente, como acompanhar um pedido, sugerir produtos, encontrar itens, gerenciar o carrinho e muito mais”, afirma Rodrigo Marcondes, vice-presidente de vendas para SAP Hybris no Brasil.

Um exemplo é o assistente virtual Charly, desenvolvido pelo centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa SAP Hybris. Ele é inteiramente dedicado a simplificar o dia a dia dos consumidores por meio de apps de mensagens instantâneas. Além de auxiliar o cliente em diversos tipos de interações, o Charly pode até fazer buscas por meio da simples inserção de emojis. O chatbot utiliza Machine Learning para aprender continuamente e aperfeiçoar o seu atendimento aos usuários.

Segundo uma pesquisa recente da consultoria Gartner, em alguns anos, 89% das empresas competirão principalmente para oferecer a melhor experiência do cliente, e, em cinco anos, a IA gerenciará 85% das relações com o cliente. Depois de automatizar processos massivos e repetitivos, chegou a vez de a Inteligência Artificial trazer melhores resultados para as empresas, sejam elas grandes corporações ou pequenas e média empresas.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

2018 CHEGA COM NOVAS MUDANÇAS NAS NOTAS FISCAIS

Alterações em 1º de janeiro afetam fabricantes, distribuidores, varejistas e atacadistas.

O ano de 2018 chega com várias mudanças no preenchimento e emissão das Notas Fiscais. A medida afetará fabricantes, distribuidores, varejistas e atacadistas. Por isso, os profissionais da contabilidade devem ficar atentos a essas novas obrigações na rotina de atendimento às empresas. Além da implementação do e-Social e a EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais), agora os documentos fiscais, para serem validados com as Secretarias da Fazenda (SEFAZ), têm que trazer os campos EAN (cEAN) e EAN Tributado (cEANTrib) preenchidos. Será preciso também preencher algumas informações no GTIN (Global Trade Item Number), que são os números que formam o código de barras de um item.

“Esse código é a identificação global para a comercialização de produtos. Seu preenchimento é obrigatório desde 2011, mas o que muda agora é que será preciso depender deles para validar uma Nota Fiscal. A SEFAZ irá rejeitar NF-e e NFC-e não cadastradas ou que não contenham as informações conforme a exigência”, afirma o contador e conselheiro Alexandre Andrade, do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ).

A obrigatoriedade tem data para começar: 1º de janeiro. A alteração afeta desde grandes indústrias até pequenos empresários de diversos setores. Empresas fabricantes de brinquedos e jogos recreativos serão as primeiras a serem afetadas pela exigência.

“É preciso ter organização e um bom sistema de gestão financeira que emita Notas Fiscais e armazene todas as informações necessárias para a validação exigida pela SEFAZ”, explica Andrade.


Veja abaixo o cronograma com os setores empresariais afetados pelas mudanças:
  • 1º de janeiro de 2018 – Fabricantes de brinquedos e jogos recreativos;
  • 1º de fevereiro de 2018 – Processamento de fumo e fabricantes de cigarros;
  • 1º de março de 2018 – Fabricantes de produtos farmacoquímicos e farmacêuticos;
  • 1º de abril de 2018 – Fabricantes de aparelhos elétricos e eletrônicos, diversos itens de informática e telecomunicações e equipamentos para fins diversos;
  • 1º de maio de 2018 – Fabricantes de alimentos e bebidas diversos;
  • 1º de junho de 2018 – Floricultura, horticultura, pesca, extração, beneficiamento de pedras diversas;
  • 1º de julho de 2018 – Fabricantes têxtil e de vestuário;
  • 1º de agosto de 2018 – Fabricantes de itens em madeira, celulose, couro, químicos e outros;
  • 1º de setembro de 2018 – Fabricantes de artefatos de borracha, plástico, vidro, metais, ferro, entre outros;
  • 1º de outubro de 2018 – Setores de transporte, armazenamento de grãos, serviços de hospedagem, audiovisual, restaurantes, telefonia, internet, entre outros;
  • 1º de novembro de 2018 – Outras atividades financeiras;
  • 1º de dezembro de 2018 – Atividades variadas não citadas anteriormente.
É bom lembrar que o layout das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) já havia sido atualizado em 2017. Em 2 de outubro passou a ser obrigatório, para o ambiente de produção, o modelo 4.0 do documento. Em julho, a nota já havia sido implementada para ambientes de homologação; e agora todos têm até 2 de abril de 2018 para adequar suas emissões, quando o antigo modelo 3.10 – que entrou em vigor em 2015 – será desativado.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

BLOCKCHAIN REVIGORA EMPRESAS TRADICIONAIS COMO IBM

O Blockchain está ficando mais importante para a IBM.


A demanda pela tecnologia, mais conhecida por respaldar o bitcoin, está crescendo tanto que será um dos maiores usuários de capacidade no próximo ano em cerca de 60 centros de dados que a IBM aluga para outras empresas em todo o mundo. A IBM foi uma das primeiras grandes companhias a vislumbrar o potencial do blockchain e contribuiu para uma iniciativa de código aberto e incentivou startups a experimentar a tecnologia em sua nuvem gratuitamente.

O fato de que uma empresa de 106 anos como a IBM esteja apostando alto no blockchain mostra o quanto o livro-razão digital avançou desde seus primórdios, quando era usado como base para transações de drogas em bitcoin na dark web. O mercado de produtos e serviços relacionados ao blockchain atingirá US$ 7,7 bilhões em 2022, em contraste com US$ 242 milhões no ano passado, de acordo com a empresa de pesquisa Markets & Markets.

Isso está criando novas oportunidades para alguns dos antigos líderes do mundo da tecnologia, empresas como a IBM e a Microsoft, que estão fazendo a transição para os serviços na nuvem. E produtos que haviam saído de moda, como os bancos de dados vendidos pela Oracle, estão se tornando atraentes de novo.

“Todas essas coisas terão uma nova vida por causa do blockchain”, disse Jerry Cuomo, vice-presidente de tecnologia da IBM Blockchain. “Nossa equipe de vendas adora blockchain porque um cliente que está comprando blockchain raramente sai da loja só com blockchain. Eles saem com várias coisas no carrinho.”

Como várias empresas — como todas as partes envolvidas em uma cadeia de abastecimento — podem usar o mesmo blockchain, a IBM foi levada a reavaliar a forma de compensar seus associados de vendas. Antigamente, os representantes de vendas recebiam pagamento quando seus clientes compravam tecnologias diretamente da IBM. Agora, eles também receberão uma comissão quando os clientes encorajarem outras empresas a se juntarem a elas em uma rede de blockchain e a usar os sistemas e serviços da IBM, disse Cuomo.

SETOR BRILHANTE
O blockchain permite que empresas que fazem negócios entre si possam registrar as transações com segurança. Seu ponto forte é a confiabilidade: é difícil reverter ou modificar o que foi gravado. O blockchain também pode armazenar muito mais documentos e dados que o armazenamento tradicional de banco de dados, o que possibilita ter informações e fazer análises mais detalhadas. Também pode conter contratos embutidos, como um contrato de arrendamento para um carro, cuja chave virtual pode ser transferida para um banco em caso de incumprimento.

“Blockchain é um dos setores brilhantes da tecnologia”, disse Roger Kay, presidente da Endpoint Technologies Associates. “Como a infraestrutura de blockchain é bastante robusta, haverá um grande conjunto de receita associada com vendas de equipamentos, software e serviços relacionados para instalações de blockchain.”

Em outubro, a Oracle anunciou a formação do Oracle Blockchain Cloud Service, que ajuda os clientes a ampliar aplicativos existentes, como sistemas de gerenciamento de recursos empresariais. Um mês antes, a rival SAP informou que clientes em setores como fabricação e cadeia de abastecimento estavam testando seu serviço na nuvem. E, em 20 de novembro, a Microsoft expandiu sua parceria com o consórcio R3 para facilitar que instituições financeiras implementem blockchains em sua nuvem Azure.

A IBM, por sua vez, foi uma das principais empresas por trás do consórcio Hyperledger, um projeto de código aberto sem fins lucrativos que pretende criar padrões eficientes para o uso comercial da tecnologia blockchain. A IBM também oferece às empresas uma versão gratuita do blockchain em sua nuvem.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

NOTA TÉCNICA 2017.002 - IMPLEMENTA NOVA TABELA CFOP


Foi publicada no dia 18 de dezembro de 2017 a Nota Técnica 2017.002 , que implementa novos registros e indicadores na Tabela CFOP e altera algumas regras de validação. Essa NT afeta a Nota Fiscal eletrônica, modelo 55, e a Nota Fiscal do Consumidor eletrônica, modelo 65.

Prazos de implantação

O que muda?

A NT 2017.002 apresenta novos registros e indicadores na Tabela CFOP do Portal da NFe.

Novos Registros

Foram implementados 20 novos CFOPs ao todo. Essa implementação é uma adaptação para atender as cláusulas previstas no Ajuste SINIEF 18/2017.
Confira cada um dos novos CFOPs e suas respectivas notas explicativas:


1.131 – Entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, decorrente de operação de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, proveniente de cooperado, bem como proveniente de outra cooperativa, em que a saída tenha sido classificada no código “5.131 – Remessa de produção do estabelecimento com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço.”

1.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo, para comercialização.
Classificam-se neste código as entradas para comercialização referentes a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo cuja saída tenha sido classificada sob o código “5.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

1.135 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo, para industrialização.
Classificam-se neste código as entradas para industrialização referentes a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo cuja saída tenha sido classificada sob o código “5.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

1.213 – Devolução de remessa de produção do estabelecimento com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo.
Classificam-se neste código as devoluções de remessa que tenham sido classificadas no código “5.131 – Remessa de produção do estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

1.214 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, de ato cooperativo
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor cuja saída tenha sido classificada no código “5.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

2.131 – Entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, decorrente de operação de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, proveniente de cooperado, bem como proveniente de outra cooperativa, em que a saída tenha sido classificada no código “6.131 – Remessa de produção do estabelecimento com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço.”

2.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo, para comercialização
Classificam-se neste código as entradas para comercialização referentes a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo cuja saída tenha sido classificada sob o código “6.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço ou fixação de preço de ato cooperativo.”

2.135 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo, para industrialização.
Classificam-se neste código as entradas para industrialização referentes a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo cuja saída tenha sido classificada sob o código “6.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço ou fixação de preço de ato cooperativo.”

2.213 – Devolução de remessa de produção do estabelecimento com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo.
Classificam-se neste código as devoluções de remessa que tenham sido classificadas no código “6.131 – Remessa de produção do estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

2.214 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor cuja saída tenha sido classificada no código “6.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

5.131 – Remessa de produção do estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as saídas de produção de cooperativa, de estabelecimento de cooperado, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço.”

5.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.
Classificam-se neste código a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando cuja remessa anterior tenha sido classificada sob o código “5.131 – Remessa de produção do estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo.”

5.213 – Devolução de entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo.​
Classificam-se neste código as devoluções de entradas que tenham sido classificadas no código “1.131 – Entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, decorrente de operação de ato cooperativo.”

5.214 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo, para comercialização.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de mercadorias do estabelecimento produtor cuja entrada para comercialização tenha sido classificada no código “1.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

5.215 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo, para industrialização.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de mercadorias do estabelecimento produtor cuja entrada para industrialização tenha sido classificada no código “1.135 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

6.131 – Remessa de produção de estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as saídas de produção de cooperativa, de estabelecimento de cooperado, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço.”

6.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço ou fixação de preço de ato cooperativo
Classificam-se neste código a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando cuja remessa anterior tenha sido classificada sob o código “6.131 – Remessa de produção de estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo”.

6.213 – Devolução de entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo
Classificam-se neste código as devoluções de entradas que tenham sido classificadas no código “2.131 – Entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, decorrente de operação de ato cooperativo”.

6.214 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo, para comercialização.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de mercadorias do estabelecimento produtor cuja entrada para comercialização tenha sido classificada no código “2.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

6.215 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo para industrialização.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de mercadorias do estabelecimento produtor cuja entrada para industrialização tenha sido classificada no código “2.135 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

 



Novos Indicadores

Os novos indicadores vinculados ao CFOP são:
  • Indicador de CFOP de retorno de mercadorias (indRetor=1) ;
  • Indicador de CFOP de anulação de valor (indAnula=1) ;
  • Indicador de CFOP de remessa de mercadorias (indRemes=1) .
  • Indicador de CFOP de combustível sem informação de transporte obrigatória (indComb=1) .
  • Indicador de CFOP de combustível com informação de transporte obrigatória (indComb=2) .

Regras de Validação

Algumas regras de validação pré-existentes foram alteradas para comportar os novos indicadores de CFOP. Não foi criada nenhuma nova regra de validação.
Veja quais rejeições foram alteradas:

Grupo L. Item / Combustível

  • Rejeição 660: Obrigatória a informação do grupo de combustível para os CFOP constantes na Tabela CFOP indComb =1 ou 2 ."

Grupo N. Item / Tributo: ICMS

  • Rejeição 508: "(...)   Exceção 2: A regra de validação acima não se aplica, para o CST=50 (Suspensão), nas operações com CFOP de Retorno de Mercadorias Tabela CFOP indRetor =1) , nem nas operações com CFOP de Remessa de Mercadorias Tabela CFOP , indRemes=1) , e nem nas operações com CFOP 5.949 ou 6.949.
  • Rejeição 663 : "(...) Exceção 2: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Retorno de Mercadorias (TabelaCFOP indRetor =1) ."
  • Rejeição 693 : "(...) Exceção 3: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Retorno de Mercadorias ou Anulação de Valor Tabela CFOP indRetor =1 ou indAnula =1) ."

Grupo NA. Item / Tributo: ICMS para UF de Destino

  • Rejeição 694: "(...) Exceção 4: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Retorno de Mercadorias (TabelaCFOP indRetor =1) (...)   Exceção 8: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Remessa de Mercadoria (Tabela CFOP indRemes =1) ."
  • Rejeição 698 : "(...) Exceção 1: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Retorno de Mercadorias TabelaCFOP indRetor =1) ."
  • Rejeição 699 : "(...) Observação: Nas operações que não sejam de finalidade de emissão normal (finNFe<>1) ou nas operações com CFOP de Retorno de Mercadorias (Tabela CFOP , indRetor=1) considerar o ano da NF referenciada em substituição ao ano da Data de Emissão. 

Grupo X. Transporte da NF-e

  • Rejeição 362: "Obrigatória a informação de identificação do Transportador para os CFOP de venda de combustível (tag: CNPJ/CPF, id:X04/X05) com esta obrigatoriedade na Tabela CFOP indComb =2 . "


Anexos

Nota Técnica 2017.002

Tabela de CFOP - Vigência 01-jan-2018

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

TENDÊNCIAS MAIS FORTES EM IOT PARA 2018

O próximo ano promete a aplicação de redes de IoT a muita tecnologia existente, além da conjugação com “edge computing” e melhor analítica.


O IoT tem sido um dos maiores fenómenos das TIC, mas 2018 é o ano em que começa a realmente abalar os utilizadores empresariais à escala mundial, de acordo com Christian Renaud, director de pesquisa sobre o segmento, na 451 Research. Existe um novo grau de sofisticação na forma como as empresas abordam o extremo da analítica, nas estruturas de IoT, acrescenta.

As empresas armazenam cerca de metade dos dados que captam e analisam aproximadamente metade do que está armazenado. “Então, porque paguei tanto dinheiro por esses malditos sensores se não vou fazer nada com todos os dados que eles captam?”, questionam-se os gestores, segundo o analista.

“Mas acho que as pessoas que implantaram os sistemas estão a conseguir perceber melhor que dados captados são importantes e quais não são”. Isso deverá mudar à medida que as empresas reconhecem a importância de processar todos os dados que estão a receber.

A fase de exploração/descoberta acabou e implantação mais generalizada está a caminho. A forma que assumirá esse enfoque na analítica deverá variar de acordo com o sector económico. No de retalho, por exemplo, as empresas estão a interligar sistemas de pontos de venda com todas as suas bases de dados, que estão a multiplicar-se por causa da IoT.

Isso permite o correlação de dados dos PoS com o número de pessoas que entram na loja, indicadores sobre as áreas da loja que visitaram, dados demográficos. E vincular isso às taxas de conversão.


Kilton Hopkins é um empreendedor e o director de um programa de formação sobre IoT na Northeastern University. Diz que a tendência para mensurar está a ser reforçada há algum tempo.

E que a queda dos preços do hardware faz parte dessa equação. “A cada ano que passa, vemos um aumento na medição. Com a diminuição contínua de preços no hardware de sensores e micro-controladores, torna-se mais rentável recolher mais dados ao longo do tempo “, afirmou. “Antes de podermos fazer qualquer analítica e fazer qualquer melhoria nas nossas operações comerciais, precisamos de ter dados. Então, se há alguma coisa que seja preciso medir, talvez 2018 seja o ano para isso”

Nos extremos
A intenção da edge computing, no contexto das IoT, é reduzir a latência, o que, de acordo com Renaud, significa que será uma tendência apelativa em certos tipos de aplicação na “IoT industrial”.

“Os fornecedores de TIC convenceram as pessoas a adoptarem cloud computing nas últimas décadas, e que disseram ‘OK, vamos trazer a cloud para a terra da IoT’. Mas os responsáveis por projectos de IoT ripostaram: “Não vão nada, porque eu tenho aplicações dependentes de latência ultra baixa que não podem suportar demoras de 200ms na AWS”, disse ele.

A tendência mais forte será assim o uso de equipamentos dedicados, nos extremos de redes de IoT, para conectar dispositivos ou fazer alguma forma de analítica de baixa latência ou aplicações de controlo.

“As pessoas a gerirem a compra de soluções de IoT geralmente não são as de TI”, disse Renaud. “São geralmente os donos de fábricas ou o responsável pela frota de automóveis”.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

COMO AS ‘NOVAS TECNOLOGIAS’ ESTÃO IMPACTANDO O NOSSO MUNDO?

O futuro do mundo é o mais conectado possível. E não estamos falando apenas das simples vantagens de comunicação que a internet nos oferece através de nosso PC ou celular: como está ficando bastante claro mesmo hoje, várias tecnologias que antes pareceriam saídas de um filme de ficção científica estão, nos últimos anos, tomando o mercado, como o caso da inteligência artificial, do Blockchain ou mesmo do Big Data.
Para muitos, de fato, esses termos podem até parecer familiares, já que falamos muito sobre eles aqui no TecMundo. No entanto, saber como isso pode ser aplicado ao mercado é uma história bem diferente; afinal, no que tudo isso pode realmente afetar nossa experiência no dia a dia ou mesmo online?
A resposta é simples: bem mais do que você pensa.
Acha que estamos exagerando? Então é melhor pensar novamente, pois trabalhamos em conjunto da SAP para trazer alguns exemplos interessantes de como, sem percebermos, todas essas tecnologias já se tornaram algo essencial para tudo o que fazemos online. Para quem não conhece muito sobre esses termos, aliás, a empresa até preparou uma série de vídeos explicando em detalhes sobre como elas funcionam; basta continuar lendo:

Big Data: das compras online às eleições

Você já notou como as empresas hoje em dia sabem sempre oferecer experiências extremamente personalizadas para o público? Isso obviamente não é por acaso. O fato é que, para alcançar isso, companhias atualmente juntam pilhas e pilhas de dados de quem utiliza seus serviços – mas mais importante, analisa e processa isso rapidamente em informações compreensivas – para saber exatamente o que recomendar para cada um.
Engana-se quem pensa que essa precisão é reservada apenas para algo assim, no entanto. Como notado pelo MIT Technology Review, o Big Data chegou a ser usado por ninguém menos do que Barack Obama em sua campanha para a presidência norte-americana de 2012.
Os dados coletados, vale notar, foram específicos o suficiente para revelar que pessoas em específico em cada região teriam interesse em votar no ex-presidente – e o que eles gostariam de saber sobre a plataforma do político para se decidirem. Acho que não precisamos dizer que a estratégia deu muito certo.

Inteligência Artificial está presente em TUDO

Se você está ansioso para fazer sua viagem de carro sem precisar se preocupar com o trânsito, pode agradecer à IA por isso. Obviamente, a tecnologia dos carros autônomos ainda não está totalmente difundida, seja por estar limitada a um público relativamente pequeno ou por não chegar ao nível de substituir o trabalho do motorista por completo. Isso tudo, porém, é uma simples questão de tempo, e não deve demorar muito para que, eventualmente, esses veículos sejam um padrão no mercado.
Lembramos, por fim, que esse é apenas um pequeno exemplo das aplicações da IA. Que tal se ela já fosse capaz de escrever artigos científicos sozinha? Ou mesmo transformar dia em noite nas suas fotos? E que tal as assistentes pessoais que temos em nossos celulares? Pois é, não faltam aplicações impressionantes cada vez mais comuns para essa tecnologia.

Blockchain, o futuro dos bancos

Sejamos sinceros: muitos de vocês devem até pensar que “Blockchain” é algum tipo específico de criptomoeda, de tanto que esse nome e palavras como “Bitcoin” ou “Ethereum” aparecem junto dele. Mas, na verdade, trata-se do protocolo público usado para garantir que essas moedas virtuais sejam completamente descentralizadas – justamente o que as faz tão seguras e, por sua vez, tão cheias de potencial.
É claro que, com o passar dos anos, o Blockchain pode ganhar usos ainda mais engenhosos. Mas convenhamos que só o fato de ele ter sido essencial para a criação das criptomoedas já é mais do que prova de o quão importante esse protocolo se tornou para nós.

A Internet das Coisas já está aqui

Quando falamos de tecnologias como a Internet das Coisas, muitos imaginam automaticamente casas cheias de aparelhos conectados a uma só rede. As assim chamadas smart homes, porém, não são nem de longe a única aplicação do IoT: dispositivos vestíveis, por exemplo, costumam estar conectados dessa maneira justamente para utilizar a tecnologia de outros aparelhos a fim de tornar seu trabalho mais eficiente.
Se mesmo assim você ainda permanece cético quanto a esses exemplos, é só lembrar que, lá fora, já estamos um passo mais próximos de casas conectadas (e até carros conectados) à Internet das Coisas, graças a assistentes como a Alexa ou o Google Home. Resumindo: enquanto você está se preparando para ver o IoT se instalar em nossas casas, ele na verdade já o fez.

O poder das novas tecnologias em um só lugar

Viu como essas tecnologias se tornaram algo, ao mesmo tempo, extremamente comum em nossas casas e praticamente essencial para nosso dia a dia? Pois é. E o mais importante é que todas elas precisam trabalhar de maneira conjunta – afinal, de que adianta ter uma enorme quantidade de dados ou aparelhos interconectados se não há algo para processar esses dados de maneira coerente?
É aí que entra o SAP Leonardo, uma poderosa tecnologia de IA feita para trazer inovação ao mercado e ajudar empresas a se adaptarem ao mundo digital. Para isso, é claro, a ferramenta conta com um complexo sistema de análise de negócios e gestão de empresas, garantindo ainda mais chances de sucesso.
Então, se quiser saber mais, é só clicar neste link e conhecer tudo sobre a inovação da SAP.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

É POSSÍVEL CONFIAR NA SEGURANÇA EM CLOUD COMPUTING?

Sua empresa ainda faz backups em mídias físicas? Apesar do que muitos profissionais ainda resistem em acreditar, a segurança em cloud computing já ultrapassou os modelos tradicionais de backup e se torna cada vez mais confiável para lidar com um novo mercado.
Você quer entender mais por que é possível confiar na nuvem? Então este artigo foi feito para você!

O problema com métodos tradicionais de backup

Você prefere guardar seu dinheiro em um banco ou em um cofre dentro de casa? Essa é uma questão que hoje parece boba, mas que já foi causa para muita resistência no passado.
A mesma coisa hoje acontece com empresas que continuam apostando no backup feito por HDs externos, fitas e outras mídias físicas. Se esse é seu caso, não se preocupe. Nós entendemos que a lógica ainda parece forte por trás da ideia que vem sendo abandonada rapidamente em todo o mundo.
Nós temos uma relação de segurança com objetos que podemos tocar, cuidar e guardar atrás de uma fechadura e, por isso, ainda resistimos à migração para a nuvem.
Mas pense nisso: mídias como fitas DAT e óticas como DVDs têm uma vida útil limitada e podem causar o corrompimento de arquivos sem qualquer aviso. Mesmo os HDs, mais seguros, podem ser roubados ou destruídos em casos de incêndio, alagamento, picos de energia ou outros desastres.
Ou seja, o problema maior dos modelos tradicionais de backup é que eles não são tão seguros quanto dão a entender. Desde que a nuvem se tornou uma solução prática para o armazenamento e gerenciamento de dados, toda a fragilidade desse modelo começa a se tornar um fardo para uma empresa que busca se transformar digitalmente.

O ganho de segurança em cloud computing

Com a tecnologia cloud, tanto a segurança contra ataques quanto a recuperação de desastres é incrementada com a ajuda da provedora e de outros parceiros tecnológicos.
backup dos dados, por exemplo, é feito de forma redundante e em unidades separadas para minimizar a quase zero o risco de qualquer comprometimento.
Da mesma forma, os arquivos importantes para a operação estão sempre disponíveis independentemente do desastre, o que minimiza downtimes e agiliza o processo de recuperação.
Imagine que a empresa sofra um ataque DDoS. Em backups físicos, o gestor da TI precisa acessar fisicamente o disco onde estão as cópias (muitas vezes desatualizadas), copiar para o servidor principal e só então recuperar a disponibilidade. No caso do backup em nuvem, todo esse processo é automatizado e quase que imediato.

A diferença que uma nuvem bem gerenciada faz

Não é só na garantia de backup e recuperação que a cloud computing garante maior segurança para um negócio, o seu sistema pode estar mais protegido quando conta com o apoio de uma empresa especializada.
Assim como um banco tem mais capacidade de investir em segurança do que você em casa, parceiras em cloud computing possuem times exclusivos para lidar com a proteção contra ameaças externas e a agilidade na resposta a desastres.
É hora de acabar com essa ideia de que backups físicos trazem mais para a sua empresa do que a segurança em cloud computing. Com ajuda especializada e um bom gerenciamento da sua nuvem, é possível aumentar exponencialmente a proteção dos seus dados antes que eles sejam comprometidos.
Se é esse tipo de solução que você busca para a sua empresa, por que não entrar em contato com a gente? A Portnet tem as melhores soluções em segurança e cloud computing.