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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

CO-PA NO S/4HANA x CO-PA NO ERP CLÁSSICO (EXPERT WEBINAR)

Segue SAP Note contendo as alterações do CO-PA no S/4HANA comparando com o ERP clássico:

SAP Note: 2444746 - [Expert Webinar] S/4 HANA Finance: Controlling and Profitability Analysis (CO-PA)
https://launchpad.support.sap.com/#/notes/2444746

Referências:
  • Note 2399030 - Splitting the costs of goods sold in S/4HANA
  • Note 2439201 - S/4HANA Finance: Derivation logic when determining "attributed" profitability segments
  • KBA 2176823 - FAQ on CO-PA issues in S/4 HANA Finance (SFIN)

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

EXCLUSÃO DO ICMS DA BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS

Por Fabio Rodrigues de Oliveira
Co-Founder da Busca.Legal
09/11/2018
Em março/2017 tivemos o tão aguardado julgamento do Recurso Extraordinário nº 574.706/PR, onde o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que “o ICMS não compõe a base de cálculo para a incidência do PIS e da COFINS”.
Desfavorável à Fazenda Pública, a decisão, com repercussão geral reconhecida, foi muito comemorada, pois influenciaria todos os julgamentos sobre a mesma matéria. Tanto que o principal questionamento à época se referia à possível modulação de seus efeitos, ou seja, sobre o seu alcance em relação aos contribuintes que ainda não haviam discutido judicialmente a matéria.
Com a publicação da decisão em outubro de 2017, no entanto, uma nova questão veio à tona: qual ICMS poderia ser excluído? O destacado na nota fiscal, como esperavam todos os contribuintes? Ou o a recolher, como passou a entender a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Secretaria da Receita Federal (RFB)? E essa questão é de extrema relevância, pois se for apenas o ICMS a recolher, as empresas com saldo credor não teriam nenhuma exclusão a ser feita.
Apesar de entender que o mais coerente seria excluir o ICMS destacado, até para mantermos a mesma regra do IPI, confesso que não vejo nas 227 páginas da decisão a clareza que muitos propagam. Aliás, isso é o que menos vejo, a exemplo do trecho a seguir da ementa da decisão:
1. Inviável a apuração do ICMS tomando-se cada mercadoria ou serviço e a correspondente cadeia, adota-se o sistema de apuração contábil. O montante de ICMS a recolher e apurado mês a mês, considerando-se o total de créditos decorrentes de aquisições e o total de débitos gerados nas saídas de mercadorias ou serviços: analise contábil ou escritural do ICMS.
E essa falta de clareza motivou, inclusive, a PGFN a entrar com Embargos de Declaração, os quais ainda não foram analisados pelo STF. As empresas, por sua vez, muitas vezes sem saber da polêmica, têm partido para operacionalizar a decisão, excluindo, na maior parte dos casos, o ICMS destacado no documento fiscal.
Nesse sentido, vejo oportuna a recente publicação da Solução de Consulta Interna (SCI) COSIT nº 13/2018, pois deixa evidente a polêmica e a posição do fisco. Quanto ao seu mérito, já foram escritos inúmeros artigos, em sua maioria contrários ao entendimento do fisco.
O foco deste artigo, portanto, não será discutir se a SCI está correta ou não, mas apenas expor o entendimento ali contido.
A quem se destina a SCI nº 13/2018?
A primeira questão a ser enfrentada refere-se ao público-alvo da SCI. A consulta, que partiu de dúvidas da Coordenação-Geral de Contencioso Administrativo e Judicial (COJAC) da própria RFB, tem por objetivo orientar os fiscais quando aos procedimentos a serem adotados para cumprimento das decisões transitadas em julgado em relação à exclusão do ICMS.
Este ato, portanto, é de observância obrigatória apenas pelos auditores-fiscais. O contribuinte, haja vista o princípio da legalidade, não está obrigado à sua observância. Podem então simplesmente ignorá-la? Até podem, mas desde que cientes do risco fiscal, pois quando o fiscal for analisar o seu crédito se pautará pelos procedimentos ali contidos.
Outro ponto a se destacar é que a SCI só se aplica às decisões com trânsito em julgado, ou seja, definitivas. Não alcança as liminares ou as decisões que ainda podem ser recorridas e, menos ainda, os casos em que o contribuinte nem começou a discutir a matéria.
É importante destacar que quando temos uma decisão definitiva do STF, com repercussão geral, há manifestação da PGFN e edição de Parecer Normativo por parte da RFB. Com isso, seguindo os trâmites da Lei nº 10.522/2002, a Fazenda deixa de recorrer da matéria em que foi vencida e os fiscais deixam de lavrar auto de infração. Ocorre, no entanto, que no presente caso a decisão foi objeto de Embargos de Declaração pela PGFN, motivo pela qual seus efeitos não são aplicáveis imediatamente a todos os contribuintes, mas apenas àqueles que já tiveram uma decisão transitada em julgado.
Dessa forma, apesar da grande polêmica que tem gerado, a SCI é de alcance bem restrito, pois apenas um percentual baixo de empresas já tem decisão com trânsito em julgado. Além disso, cabe observar que a SCI só se aplica aos casos em que a decisão judicial apenas acompanhou o STF, sem entrar nos detalhes quanto ao ICMS que pode ser excluído. Caso a decisão tenha sido taxativa no sentido de excluir o ICMS destacado, a RFB é obrigada a cumpri-la, não sendo aplicável a SCI nº 13/2018.
Qual ICMS será excluído?
Conforme prevê a ementa da Solução de Consulta Interna:
a) o montante a ser excluído da base de cálculo mensal da contribuição é o valor mensal do ICMS a recolher, conforme o entendimento majoritário firmado no julgamento do Recurso Extraordinário nº 574.706/PR, pelo Supremo Tribunal Federal;
Portanto, mesmo que você discorde desta posição – e há bons argumentos para isso -, a RFB deixou bem claro o seu entendimento: somente o valor mensal do ICMS a recolher é o que pode ser excluído da base de cálculo das contribuições. O valor do ICMS destacado no documento fiscal, consequentemente, não tem nenhuma importância para o cálculo do valor a ser excluído das contribuições.
Em resumo, somente ao final do mês, após a apuração dos débitos e créditos do ICMS, é que o contribuinte terá o valor a ser excluído da base de cálculo. E aqui um dos problemas da SCI, pois no momento de formação do preço de venda de um produto não saberemos quanto haverá de PIS e COFINS, pois a base de cálculo destes tributos será impactada pelo ICMS a ser recolhido, informação que o contribuinte só terá ao final do mês.
IMPORTANTE: considerando que devemos partir do ICMS a recolher, não interessa saber se a operação do qual ele se originou foi tributada ou não pelo PIS e pela COFINS. Dessa forma, mesmo o ICMS das operações de transferência (não tributadas pelas contribuições) será considerado.
Operações impactadas pela exclusão
Uma vez conhecido o montante do ICMS a ser excluído, é necessário relacioná-lo a cada tipo de CST do PIS e da COFINS. É o que prevê o trecho a seguir da SCI:
b) considerando que na determinação da Contribuição para o PIS/Pasep do período a pessoa jurídica apura e escritura de forma segregada cada base de cálculo mensal, conforme o Código de Situação Ttributária (CST) previsto na legislação da contribuição, faz-se necessário que seja segregado o montante mensal do ICMS a recolher, para fins de se identificar a parcela do ICMS a se excluir em cada uma das bases de cálculo mensal da contribuição;
E a SCI ainda complementa:
c) a referida segregação do ICMS mensal a recolher, para fins de exclusão do valor proporcional do ICMS, em cada uma das bases de cálculo da contribuição, será determinada com base na relação percentual existente entre a receita bruta referente a cada um dos tratamentos tributários (CST) da contribuição e a receita bruta total, auferidas em cada mês;
A exclusão do ICMS será feita, portanto, de forma proporcional à receita bruta de cada CST, conforme relacionados a seguir:
A SCI, a partir da página 24, nos traz exemplos que ajudam a entender essa dinâmica. Veja um caso:
Situação 2: A empresa auferiu no período receita bruta mensal de R$ 100.000,00, sendo 60% correspondente a vendas submetidas à alíquota básica da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins (CST 01) e 40% correspondente a vendas submetidas à alíquota zero da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins (CST 06). Considerando que o valor do ICMS a Recolher corresponda a R$ 10.000,00.
Tem-se então:
– Valor do ICMS a Recolher apurado no período: R$ 10.000,00
– Valor do ICMS a excluir na base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins correspondente ao CST 01: R$ 6.000,00 (base de cálculo tributável de PIS/Pasep e Cofins)
– Valor do ICMS a excluir na base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins correspondente ao CST 06: R$ 4.000,00 (base de cálculo não tributável de PIS/Pasep e Cofins)
Vejam que partimos do ICMS recolhido, sem analisar se o mesmo se originou de operações tributadas pelo PIS e pela COFINS. Encontrado o valor, aí sim é feita a segregação de acordo com a receita bruta de cada CST. O ajuste não é feito item a item ou operação por operação. Será feito um rateio pelo CST das contribuições.
Não estaremos, portanto, excluindo o ICMS efetivamente incidente em cada produto, haja vista “a completa inviabilidade de estabelecer, do valor do ICMS a recolher em cada período mensal, a qual mercadoria, bem ou serviço se refere, na sua individualidade”, como reconhece a própria RFB na SCI.
Onde buscar o valor do ICMS a ser excluído?
Como dito no início, a RFB entende que não é o valor do ICMS destacado no documento fiscal que será excluído, mas apenas o recolhido. E para tanto, a SCI prevê:
d) para fins de proceder ao levantamento dos valores de ICMS a recolher, apurados e escriturados pela pessoa jurídica, devem-se preferencialmente considerar os valores escriturados por esta, na escrituração fiscal digital do ICMS e do IPI (EFD-ICMS/IPI), transmitida mensalmente por cada um dos seus estabelecimentos, sujeitos à apuração do referido imposto;
E complementa a Solução de Consulta Interna:
e) no caso de a pessoa jurídica estar dispensada da escrituração do ICMS, na EFD-ICMS/IPI, em algum(uns) do(s) período(s) abrangidos pela decisão judicial com trânsito em julgado, poderá ela alternativamente comprovar os valores do ICMS a recolher, mês a mês, com base nas guias de recolhimento do referido imposto, atestando o seu recolhimento, ou em outros meios de demonstração dos valores de ICMS a recolher, definidos pelas Unidades da Federação com jurisdição em cada um dos seus estabelecimentos.
O caminho prioritário, portanto, é buscar o ICMS a própria apuração da EFD-ICMS/IPI. Neste caso, não é necessário comprovar se o valor foi efetivamente recolhido aos cofres públicos estaduais. Não havendo a EFD-ICMS/IPI, aí sim poderá comprovar o valor a partir das guias de recolhimento ou mesmo em outra obrigação acessória do estado, como é o caso da GIA em São Paulo.
Como fica na Nota Fiscal e na EFD-Contribuições?
Para os casos em que a decisão judicial não foi explícita quanto ao ICMS que poderá ser excluído, considerando a SCI, o contribuinte deve emitir normalmente seus documentos fiscais, sem considerar qualquer exclusão da base de cálculo das contribuições.
A escrituração desse documento fiscal na EFD-Contribuições também seguirá normal. O ajuste da exclusão será feito apenas no Bloco M (Apuração). E, neste ponto, a EFD-Contribuições sofrerá ajustes a partir da competência janeiro/2019, para especificar essa exclusão do ICMS.
Basicamente, portanto, o documento fiscal será emitido e escriturado normalmente. A base de cálculo das contribuições também chegará inalterada no Bloco M. Na EFD-Contribuições atual, o ajuste se dará após o valor calculado das contribuições, usando o campo 10 (Valor total dos ajustes de redução da contribuição social apurada); e a partir de janeiro/2019 o ajuste será feito após a base de cálculo (e antes do valor calculado das contribuições), usando o novo campo 06 (Valor total dos ajustes de redução da base de cálculo da contribuição). Será necessário, ainda, escriturar os novos registros M215 e M615 para especificar o ajuste.
Somente aquelas empresas com decisão judicial declarando a exclusão do ICMS destacado poderão ajustar diretamente na escrituração do documento fiscal a base de cálculo das contribuições, que, neste caso, já traria o valor reduzido no Bloco M, não sendo necessário mais nenhum ajuste.
Outro ponto a observar: sempre que tivermos alguma mudança na apuração, em decorrência de uma decisão judicial, se faz necessária a escrituração, ainda, do registro 1010 (Processo Referenciado – Ação Judicial). Também será necessário detalhar os ajustes à base de cálculo das contribuições no registro 1050 (Detalhamento de Ajustes de Base de Cálculo – Valores Extra Escrituração), que será inserido na EFD-Contribuições a partir de janeiro/2019. Nele será demonstrada a segregação do ICMS a ser excluído entre os diversos CST.
Como será a fiscalização?
Considerando a exclusão do ICMS recolhido, esse valor será encontrado na apuração do imposto na EFD-ICMS/IPI. Somando os valores de todos os estabelecimentos, teremos o montante a ser usado para rateio entre os CST das contribuições.
Com o novo registro 1050 da EFD-Contribuições, o contribuinte terá que indicar, ainda, tanto o CNPJ do estabelecimento como o número de recibo da declaração a que se refere o ajuste, possibilitando que o fisco verifique nas EFD-ICMS/IPI se o valor do ICMS a ser excluído está realmente correto.
Como já havia sinalizado o fisco no Parecer Normativo COSIT nº 1/2017:
A vinculação da RFB à decisão do STF implica o reconhecimento da inconstitucionalidade da cobrança (pagamento indevido ou a maior), mas não implica o dever de deferir pedidos de restituição sem prévia análise quanto à efetiva existência ou disponibilidade do direito creditório junto à RFB.
Portanto, não é porque você tem uma decisão judicial que o fisco simplesmente acatará o valor que você informar nas obrigações acessórias. Ele checará se esse valor realmente está correto e, com os controles que já tem e que ganhará, isso ficará bem mais fácil.
Conclusão
Há tempos não via uma medida da Receita Federal ser tão criticada. Diariamente são publicados artigos e notícias na mídia. E isso é muito positivo, pois os contribuintes não devem simplesmente acatar os entendimentos do fisco.
O objetivo deste artigo, no entanto, foi apenas apresentar o entendimento da RFB quanto à exclusão do ICMS e evidenciar os riscos a que estão sujeitas as empresas que adotarem caminho diverso, quando desprovidos de uma medida judicial que especifique qual ICMS poderá será excluído.
A decisão sobre como proceder, portanto, ficará a cargo de cada empresa, que ponderará entre os riscos e benefícios, até que tenhamos algo mais concreto por parte do judiciário. E, neste sentido, seria de extrema importância termos, o quanto antes, a decisão do STF quanto aos Embargos de Declaração impetrados pela PGFN. Afinal, após esperarmos 10 anos, desde que essa discussão chegou ao STF, considerávamos apenas cumpri-la e não ter que interpretá-la.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

POR QUE EU (CONSULTOR SAP) DEVERIA SABER O QUE É DESIGN THINKING?

Por: 

Este é um texto repleto de questionamentos e algumas respostas, porém vou tratar o assunto do título de maneira superficial, pois a intenção desta postagem é fomentar a vontade de desenvolvimento pessoal e não entregar respostas para temas que podem se aprofundar em páginas e mais páginas de bibliografias reconhecidas mundialmente como a publicação “Design Thinking de Tim Brown”, ou horas de vídeos em TED Talks, Youtube e até mesmo no Netflix onde o assunto é tratado.
Antes de responder ao questionamento do título, primeiramente, deixe-me apresentar, meu nome é Yuri Suchodko de Lima, formado em propaganda e marketing, já trabalhei com qualidade ISO9001, já tive agência de publicidade e trabalhei em empresas de diversos segmentos antes de me tornar consultor certificado em SD (desde 2012), além da academia SD, Concluí treinamentos em ABAP, LES e Logistics S/4HANA.
Este último me motivou a criar este texto, esta é minha primeira publicação neste fórum.
A ideia não é falar sobre quem sou, até mesmo porque meu cv está no Linkedin, grande parte dos meus amigos estão no Facebook e publicações mais recentes das minhas corridas de triathlon e outras bobagens que faço em meu instagram.
Vamos falar um pouco sobre design Thinking e porque isto é importante para nós consultores SAP.
O Mundo está diferente, metodologias ágeis são a “onda” do momento e estão dominando o mercado de projetos não somente em tecnologia, e a SAP, empresa detentora do maior e melhor ERP do mercado não poderia ficar de fora.
Quem está no mercado SAP como consultor, já deve saber que a SAP suportará o ERP até 2025. Não há previsões de atualização a curto prazo, o Foco da companhia está em S/4HANA.
E o que o design Thinking tem a ver com isso?
Design Thinking não é somente colar post its coloridos em paredes, é uma das metodologias ágeis que é totalmente aderente ao modelo de implantar o S/4HANA com FIORI.
É um método sem regras muito rígidas, baseado no processo criativo utilizado por designers, traduzindo ao pé da letra, de maneira sucinta e superficial, é a estrutura utilizada no “pensando em um desenho”
Em resumo, a metodologia Design Thinking atua no seguinte ciclo:
Emphatize > Define > Ideate > Prototype  > Test
Traduzindo e resumindo:
Empatia: Basicamente é o entendimento do público que você irá atender, levantamento de informações sobre as atividades que os usuários realizam em seu cotidiano.
Definição: Trata-se de definir os processos adequados, o entendimento dos problemas e dificuldades encontradas na fase anterior
Idealização: Aqui entram os post its, são realizados os brainstorms(chuva de palpites), evitando julgamentos e sem cortes das opiniões alheias para encontrar as soluções para os problemas encontrados nas fases anteriores.
Protótipo: Aqui a solução começa a tomar forma, protótipo pode ser  um documento, um modelo e você passa a conhecer e utilizar o Build, uma ferramenta maravilhosa onde é possível criar protótipos e demostrar ao usuário antes da entrega da solução.
Teste: Sim, teste. Este ciclo está concluído, vamos ver se o que foi desenhado funciona na prática, se estiver tudo OK, suba para produção e comece um novo ciclo.
Simples assim e muito mais rápido do que estamos acostumados, estou falando em ciclos rápidos, com duração de semanas a poucos meses.
Isto é tudo lindo e funciona desde que haja entendimento que ao comprar a solução não está adquirindo somente um sistema, sim as melhores práticas e processos adequadas um sistema. Existirão melhorias e adequação a particularidades de processos, mas a ideia é agilizar as entregas, pois clientes não querem e não podem mais esperar meses, anos para começar a visualizar as soluções adquiridas e que as vezes não são aderentes às necessidades do cliente.
Com toda essa mudança para o S/4HANA, as soluções, entregas e projetos serão mais curtos com mais entregas.
Se você, consultor SAP quiser saber mais sobre o Design Thinking, conhecer o Build e entender como construir protótipos, poderá realizar o curso gratuito na OpenSAP o nome do curso que fiz lá e trata sobre o tema é: Design Your First App with Build*

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

SAP HANA BLOCKCHAIN: AN INTRODUCTION

This is the first part of my blog series on SAP HANA blockchain. Make sure to check out the others as well!
Part 1: SAP HANA Blockchain: An Introduction

There is likely no other topic in the IT Industry that generates as much controversy these days as blockchain. Some believe blockchain to be the biggest revolution since the dawn of the internet. Others see it as an overhyped waste of resources with no practical applications. Certain is: Everybody seems to be talking about it.
In an ecosystem dominated by startups, one huge challenge that remains is how blockchain can be integrated into enterprise applications. Last week at SAPPHIRE in Orlando, SAP officially launched SAP Cloud Platform blockchain. SCP blockchain enables customers and partners to build and extend applications with blockchain technology. As such, it is the basis for adding distributed ledger technology to SAP solutions. Unique, however, is the integration of SCP blockchain service with SAP Leonardo, allowing the combination of blockchain with other straight-edge technologies like the Internet of Things.
A great addition to this is SAP HANA Blockchain, which connects any SAP HANA database to the most popular enterprise blockchain platforms. This provides very interesting capabilities that were previously unheard of in the blockchain ecosystem. This blog is the first in a series of blogs on SAP HANA Blockchain. It introduces the technical concept and the different components, as well as the upcoming beta program.
I highly recommend to also check out Daniel Schneiss – Global Head of HANA Development – blog on how SAP HANA Blockchain brings business and blockchain data together.

What is blockchain?

If this blog is not the first thing you’re reading about blockchain, you might have heard this phrase before: “Blockchain is not Bitcoin”. If you haven’t heard it before, well, you have now.
Blockchain is a technological concept, while Bitcoin is an implementation of that concept. A distributed ledger, formed across a peer-to-peer network of independently controlled nodes. Every participant on this network has a copy of and instant access to all data and – at least in public blockchains – is equal to all other participants. There is no central authority that approves or declines transactions, but consensus about the “one truth” is achieved algorithmically. Once a transaction has been stored on the blockchain and consensus is achieved, it is secured cryptographically, which makes it inherently impossible to tamper with (or at least very, very, very hard).
These characteristics open a wide range of applications and there have been numerous publications. I won’t reiterate on that topic, but rather recommend a couple of resources to get an overview.
From a technical point of view, a blockchain is basically a linked list of blocks, with each block containing a number of transactions. Each block contains a hash of the previous block – a cryptographic fingerprint that uniquely identifies a block and all its content. If only one bit of the block changes – for example by tampering with a transaction – the hash value changes as well, which effectively breaks the chain and invalidates all subsequent blocks and transactions. This makes blockchain almost impossible to tamper with. In case of Bitcoin, for example, establishing an alternative transaction history requires control of at least 50% of the computational resources of the network. With a power consumption rivaling countries like Ireland, this can be considered practically impossible.

SAP HANA – yet another Blockchain platform?

Neither SAP Cloud Platform Blockchain nor SAP HANA are a blockchain platform like Bitcoin, Ethereum or Hyperledger fabric. Blockchain is a concept based on collaboration and interoperability. SAPs strategy is not to establish yet another platform and create an SAP-centric blockchain ecosystem, but to integrate into existing enterprise blockchain platforms. SCP Blockchain currently supports Hyperledger fabric (SAP being a premier member of the Linux Foundations Hyperledger project) and MultiChain. With its modular approach, other blockchain platforms can be added easily in the future.
SCP Blockchain connects to any supported blockchain network via a cloud service on SAP Cloud Platform. SAP HANA Blockchain establishes a link between this cloud service and SAP HANA, which results in a representation of on-chain data in SAP HANA as a set of regular column store tables. Technically, this requires two components.
  • SAP HANA Blockchain service – A cloud service that is deployed with SAP Leonardo blockchain.
  • SAP HANA Blockchain adapter – An SDI connector that is deployed with your SAP HANA instance, available via the SAP ONE support launchpad (formerly Service Marketplace).
The SAP HANA blockchain adapter subscribes to the HANA blockchain service in the cloud, which in turn communicates with the SAP Blockchain service. The interplay of the different components ensures that transactions submitted to the blockchain are replicated into SAP HANA. This replication works bi-directionally, meaning that transactions inserted in SAP HANA also find their way back to the blockchain, where they can be consumed by other applications.
For a great visual introduction on how SAP HANA blockchain works, I recommend this Lab Preview.

Easily combine on- and off-chain data

Some of the characteristics of blockchain make it necessary to carefully evaluate what data can and should be stored on the blockchain. Some of the reasons are legal or regulatory. Data protection is a great example, especially in the context of the EUs General Data Protection Regulation (GDPR). Others are performance-related. Storing data on a blockchain is always more expensive than storing it on a central data store. It must be replicated to all participants, verified, hashes must be generated, etc. It’s usually much more economical if you keep the data footprint on the blockchain low.
As a result, a typical business application will most likely store most of the data “off-chain” in a conventional data store, while only necessary data is stored “on-chain” on the actual blockchain. Now, how do we get on- and off-chain data together again?
In a domain dominated by startups, the integration of on-chain data with an enterprise-grade database platform like SAP HANA is unique. With all on-chain data available in SAP HANAs column store through the default SQL interface, combining this data with off-chain data becomes trivial. On-chain data is accessible by all of SAP HANAs advanced analytic engines. This allows simple SQL queries to quickly access a specific excerpt of data, as well as complex scenarios combining local and remote data sources, leveraging SAP HANAs graph, spatial and text search engines and even HANAs machine learning capabilities.

Availability and beta program

SAP HANA Blockchain will enter a phase of controlled availability in early July 2018, for which you can already register today. This gives you access to SAP HANA blockchain at the earliest point in time and to an exclusive support channel that connects you directly to SAP HANAs product management and engineering.
>> Go to registration @ SAP Customer Influence
Those lacking a dedicated SAP HANA database will be happy to hear that SAP HANA Blockchain is fully supported by the free-of-charge SAP HANA express edition.
In case of any questions regarding the public beta program, feel free to reach out to SAP_HANA_blockchain_service_beta_program@sap.com.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

ARTIFICIAL INTELLIGENCE WILL HELP ELEVATE THE HUMAN WORKFORCE

The stuff of speculative fiction, consciously or not, seems to drift into conversations about the assimilation of artificial intelligence (AI) into the workplace. Surely you must have it heard it said that human jobs will be taken over by machines with business decisions dictated by AI super computers, right?
Well, getting back down to earth, many executives do believe that leveraging AI is a positive way to make business even more productive and efficient. In fact, in a recent SAP Cloud ERP C-level AI Readiness study of 2,500 global C-level executives and business leaders, 69% agree with that line of thinking.Yet, to many of the rank-and-file workers, it is a scary thought fueled by worry that their livelihood may somehow be negatively affected, such as job loss.

SHUTTERSTOCK

But fear not. AI will not spawn a “Rise of the Machines” scenario akin to SkyNet that created The Terminator designed to self-learn ways to retire the human race once and for all. Tongue-in-cheek aside, AI has the potential to elevate the human workforce into jobs far less routine and much more meaningful.
More Time, More Value
It cannot be denied that the future of the workforce will be impacted by AI to one degree or another. Referring to the aforementioned survey, 87% of those polled believe that AI will play a role in the survival of their business over the next five years with 56% saying that AI technologies will transform current jobs.
Still, experts disagree when it comes to putting their finger on the jobs that will be affected, and to what extent. We can all accept that AI will generally change the way the intelligent enterprise operates from the top down. The good news is that, more specifically, it will also drive the elimination of routine and repetitive tasks– not the wholesale elimination of jobs, or people, from the workplace.
The majority of the business leaders surveyed support this assertion since less than a third polled feel that AI technologies will replace current jobs altogether.
Employees will, in fact, have more time to devote to tasks that add greater value to the business, and are more meaningful to them individually. Not only that, this new reality will also create jobs. For example, there will be a need for human specialists to develop AI-driven systems and operate them efficiently. We will see completely new jobs evolving, facilitated by the up-skilling of current talent and the hiring of digital natives.
The Workforce and the Workplace
Some veteran professionals may remember there once existed a long-held standard that a company’s most important asset was its people. It was the employees after all who helped define an organization’s culture, provided unique insight, and offered ideas to help drive corporate success. But those kinds of companies are gone with the wind, with the proud exception of SAP and maybe a handful of others. Nevertheless, the paradigm has shifted. Data is now an organization’s most prized asset in today’s era of digital transformation and has become the new kingmaker — influencing products and services, improving UX, updating brands, and even (dare I say) affecting elections.
“The goal should be for man and machine to complement each other in the workplace, with machines supporting human work.” ~Luka Mucic, SAP Chief Financial Officer
First, let’s state up front that tasks and jobs are two different things. We know that jobs are made up of many tasks. Industries will be impacted by AI because tasks will be automated. Not jobs. That means that people’s jobs will become easier because the automation of repetitive tasks will enable these workers to spend their time efficiently on work that is more engaging, challenging, fulfilling, and creative.
As technology advances and menial tasks are taken over by machines, new engagements for people will be created, including the management and analysis of insights garnered from that technology. So, again, new professions will be created for people. But business leadership will need to support that by up-skilling the current workforce and recruiting the next generation of new talent — which leads into what I want to talk about next.
A Culture of Innovation vs a Climate of Uncertainty
Human staff workers aren’t the only ones who suffer from AI anxiety attacks. Business leaders do, too. But they don’t need to. Cliché sounding as it may be, leadership should come to embrace it. By doing so, they can leverage AI to create a culture of innovation.
Leaders themselves must step up by committing and investing in company-wide up-skilling/hiring initiatives to ensure that the addition of AI to the workforce enhances — or augments — human skills and capabilities. Without a doubt, upskilling and retraining can further add to the employee’s value to the business — all of which will be essential as AI becomes part of the workplace. In fact, 74% of the executives surveyed think up-skilling staff is vital for success over the next three years, while 61% agree that bringing in new digital native talent will be critical to success as well. Such signals are very encouraging for the human workforce.
AI presents a wealth of opportunities for the intelligent enterprise to increase efficiencies and effectiveness utilizing current staff while potentially creating entirely new jobs as technologies advance. Truly, it will be up to senior leaders to inspire a workplace culture where these technologies are embraced and applied without fear by everyone in the company.
Luckily for all of us humans, 73% of the business leaders surveyed agree as they are increasing access to digital skills and expertise across their organizations to support the deployment of AI– thereby giving the human workforce a future to rise and thrive within the intelligent enterprise.