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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

AJUSTE SINIEF DE 11/2018 INSTITUI NOVOS CÓDIGOS FISCAIS DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (CFOP)

O Ajuste Sinief de 11/2018, de 05 de Julho de 2018 e publicado na DOU de 10/07, institui novos Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP). 

CLÁUSULA PRIMEIRA 
Ficam alterados os códigos do Anexo do Convênio s/nº, de 15 de dezembro de 1970, que trata do Código Fiscal de Operações e Prestações - CFOP, com as respectivas Notas Explicativas, a seguir indicados, que passam a vigorar com as seguintes redações: 

1.505 - Entrada decorrente de devolução de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. 
  • Classificam-se neste código as devoluções simbólicas ou físicas de mercadorias, bem como o retorno de mercadorias não entregues, remetidas para formação de lote de exportação cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.504 - Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento”. 
1.506 - Entrada decorrente de devolução de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, remetidas para formação de lote de exportação. 
  • Classificam-se neste código as devoluções simbólicas ou físicas de mercadorias, bem como o retorno de mercadorias não entregues, remetidas para formação de lote de exportação em armazéns alfandegados, entrepostos aduaneiros ou outros estabelecimentos que venham a ser regulamentados pela legislação tributária de cada Unidade Federada, efetuadas pelo estabelecimento depositário, cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.505 - Remessa de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, para formação de lote de exportação”. 
2.505 - Entrada decorrente de devolução de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. 
  • Classificam-se neste código as devoluções simbólicas ou físicas de mercadorias, bem como o retorno de mercadorias não entregues, remetidas para formação de lote de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas no código “6.504 - Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento”. 
2.506 - Entrada decorrente de devolução de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, remetidas para formação de lote de exportação. 
  • Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias, bem como o retorno de mercadorias não entregues, remetidas para formação de lote de exportação em armazéns alfandegados, entrepostos aduaneiros ou outros estabelecimentos que venham a ser regulamentados pela legislação tributária de cada Unidade Federada, efetuadas pelo estabelecimento depositário, cujas saídas tenham sido classificadas no código “6.505 - Remessa de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, para formação de lote de exportação”. 

CLÁUSULA SEGUNDA 
Ficam acrescidos os códigos a seguir indicados, com as respectivas Notas Explicativas, ficam acrescidos ao Anexo do Convênio s/nº/1970, que trata do CFOP, com a seguinte redação: 

1.159 – Entrada decorrente do fornecimento de produto ou mercadoria de ato cooperativo 
  • Classificam-se neste código as entradas decorrentes de fornecimento de produtos ou mercadorias por estabelecimento de cooperativa destinados a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa, cujo fornecimento tenha sido classificado no código "5.159 – Fornecimento de produção do estabelecimento de ato cooperativo” ou “5.160 – Fornecimento de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros de ato cooperativo”. 
2.159 – Entrada decorrente do fornecimento de produto ou mercadoria de ato cooperativo 
  • Classificam-se neste código as entradas decorrentes de fornecimento de produtos ou mercadorias por estabelecimento de cooperativa destinados a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa, cujo fornecimento tenha sido classificado no código "6.159 – Fornecimento de produção do estabelecimento de ato cooperativo” ou “6.160 – Fornecimento de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros de ato cooperativo”. 
5.159 – Fornecimento de produção do estabelecimento de ato cooperativo 
  • Classificam-se neste código os fornecimentos de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento de cooperativa destinados a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa. 
5.160 – Fornecimento de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros de ato cooperativo 
  • Classificam-se neste código os fornecimentos de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento de cooperativa, destinados a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa”. 
6.159 – Fornecimento de produção do estabelecimento de ato cooperativo 
  • Classificam-se neste código os fornecimentos de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento de cooperativa destinados a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa. 
6.160 – Fornecimento de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros de ato cooperativo 
  • Classificam-se neste código os fornecimentos de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento de cooperativa, destinados a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa”. 
7.504 - Exportação de mercadoria que foi objeto de formação de lote de exportação
  • Classificam-se neste código as exportações das mercadorias cuja operação anterior tenha sido objeto de formação de lote de exportação, e a remessa foi classificada nos códigos 5.504, 5.505, 6.505 ou 6.504 e a posterior devolução simbólica foi classificada nos códigos 1.505, 1.506, 2.505 ou 2.506”. 

terça-feira, 14 de agosto de 2018

7 SEGREDOS PARA O SUCESSO DA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EM PMES

Para as PMEs, a transformação digital é vista principalmente como uma transformação na maneira de se fazer negócios, pois não se trata apenas de tecnologia, mas também de pessoas.


A transformação digital é uma iniciativa crucial para muitas PMEs (pequenas e médias empresas) em suas estratégias de negócios. Com as tecnologias emergindo em um ritmo acelerado e os modelos de negócios evoluindo continuamente, novas fontes de receita e oportunidades para empresas anteriormente tecnofóbicas estão se tornando uma realidade.

Segundo um estudo da Oxford Economics, 89% das pequenas e médias empresas consideram que a transformação digital é vital para a sua sobrevivência e 54% acreditam que as mudanças tecnológicas já são uma prioridade em suas agendas.

No Brasil, as organizações brasileiras estão atentas à importância deste movimento. De acordo com uma pesquisa encomendada pela SAP, 56% das empresas pretendem aumentar a sua receita em até 10% como resultado direto da transformação digital. O relatório revelou ainda que as ferramentas que estão sendo mais consideradas no mercado brasileiro são Big data e analytics (63%), plataformas de segurança (59%), mobile (51%), cloud computing (50%), e loT (45%).

Para as PMEs, a transformação digital é vista principalmente como uma transformação na maneira de se fazer negócios, pois não se trata apenas de tecnologia, mas também de pessoas, o que inclui funcionários, clientes e partes interessadas.

Infelizmente, acredita-se que até 70% das iniciativas de transformação digital provavelmente falharão, de acordo com estudo do IDC, em função de erros decorrentes, por exemplo, da falta de uma definição clara da estratégia digital, colaboração insuficiente entre as partes interessadas e recursos limitados de pessoal qualificado.

70% de insucesso é uma taxa espantosamente alta, por isso, para evitar que a transformação digital do seu negócio torne-se mais uma estatística, é importante entender que não se trata apenas de tecnologia - embora essa peça seja uma grande parte. Também é essencial engajar todos os envolvidos e planejar o ritmo das mudanças, incluindo a consideração sobre eventuais interrupções e ajustes futuros.

Existem diversas maneiras de implementar estrategicamente um processo de gerenciamento de mudanças e, também, há muitas formas disto dar errado, portanto, aqui estão alguns passos simples para o sucesso da transformação digital em um negócio:

1. ESTABELEÇA EXPECTATIVAS INICIAIS CLARAS:
Liderar uma grande transformação tecnológica significa cultivar entusiasmo e otimismo entre sua equipe, por isso, esperar que dê tudo certo não é suficiente. Estabeleça metas claras e expectativas realistas. Converse sobre os piores cenários, obstáculos prováveis e improváveis e riscos potenciais, a fim de desenvolver um plano que possa contemplar qualquer interrupção e ajudar a prevenir um desastre.

2. CONECTE PESSOAS E CONFIRME PLANOS POR MEIO DE BUY-IN ANTECIPADO:
O andamento será diferente para cada nível da organização, por isso estabeleça marcos significativos e tenha um escopo claro de trabalho para ajudar a gerenciar as expectativas de como serão as mudanças em sua empresa. Facilitar o gerenciamento de mudanças requer o desenvolvimento de uma narrativa clara de "por quês", capaz de explicar os papéis e responsabilidades de todos os envolvidos, ao mesmo tempo em que se pré-define a propriedade nos vários estágios ao longo do caminho, para garantir que tudo corra bem. Ao comunicar-se proativamente em todas as etapas do processo, você permitirá que a equipe acostume-se à ideia e se sinta à vontade para fornecer informações, tornando o processo de transformação digital inclusivo e aberto.

3. EXECUTE UM PILOTO:
Crie um programa piloto no estágio preliminar para resolver qualquer possível problema inicial. Quaisquer dificuldades encontradas serão melhor gerenciadas no início do que quando encontradas em um estágio posterior. Ao garantir que todos os membros de sua equipe saibam o que está acontecendo e trabalhem lado a lado durante o piloto, você pode gerar um plano mais eficiente e abrangente, que fornecerá uma oferta melhor e maiores chances de sucesso.

4. PERMANEÇA ÁGIL:
Planeje uma entrega modular e em etapas que acomode o trabalho não planejado. Habilite a flexibilidade em sua agenda para permitir alterações nas prioridades, se necessário, sem precisar reiniciar o processo.

5. TREINE PARA RESOLVER QUALQUER IMPREVISTO:
Treine, desde o início, sua equipe para que esteja ambientada às tecnologias implementadas na transformação digital de sua empresa e planeje mais treinamentos à medida que novas inovações sejam introduzidas. Quando possível, o treinamento em novos sistemas deve começar bem antes de entrar em operação, isso é essencial para garantir que os funcionários sintam-se confortáveis com a tecnologia, tornando a mudança final definitiva o mais simples possível. Realize treinamentos periódicos após o lançamento para garantir que todos estejam utilizando o sistema da maneira pretendida, à medida que novos processos ou políticas sejam adicionados e à medida que novos funcionários ou contratados ingressem na organização. A implementação inicial e os programas de treinamento podem precisar ser revisados e atualizados para incluir melhorias, identificadas por meio de uso em larga escala ou padrões de uso não capturados nos planos originais.

6. FORNEÇA FERRAMENTAS DE APOIO CONTÍNUAS:
Mesmo com todo o tempo e recursos investidos em treinamento, os funcionários provavelmente voltarão aos velhos hábitos e precisarão de apoio contínuo para mudar a maneira como operam. Certifique-se de que todo grupo de usuários tenha suporte regular para manter a nova metodologia de trabalho.

7. OLHE ALÉM DA LINHA DE CHEGADA:
A gestão da mudança é um esforço de longo prazo, que necessita de um acompanhamento regular das principais partes interessadas após a conclusão do projeto, demonstrando assim o compromisso contínuo com a mudança da transformação digital, e a importância de suas opiniões.

A transformação digital em qualquer empresa pode se tornar mais complicada quando há o envolvimento de muitas pessoas - especialmente quando a mudança é de toda a organização. Priorizar e planejar o gerenciamento de mudanças logo no início dará a você as ferramentas para resolver os problemas à medida que forem surgindo, antecipando-os e neutralizando-os antes do prazo. 

Paul Whitelam é Vice-presidente sênior de marketing global da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

TAX SERVICE… E A HISTÓRIA CONTINUA

por: 





Dia  07 de agosto estive no SAP Labs para conhecer mais do Tax Service. E a minha dúvida é se seria mesmo possível tirar a localização do core do ERP tal qual foi anunciado há algum tempo.
Para quem não sabe nada sobre o Tax Service, leia o primeiro blog sobre o tema aqui.
Não sei se eu fui reticente, muito pragmático, cansado por ter acordado cedo… enfim, deixando o melhor adjetivo de lado, estava mesmo duvidando que a solução estivesse pronta e operacional.
Mas depois que vi funcionando uma ordem de vendas, um pedido de compras, e tirei meia dúzia de dúvidas com os responsáveis pela solução…não é exagero dizer que o Tax Service é realmente I.N.C.R.I.V.E.L !
Estará disponível no S/4HANA 1809 (on premisse ou cloud privada), e já está disponível na versão S/4HANA 1805 (cloud pública). A diferença básica é que na versão S/4HANA 1809 o cliente define se irá para o Tax Service ou se seguirá utilizando TAXBRA, enquanto na S/4HANA 1805 não existe mais TAXBRA.
Entrando um pouco no detalhe de como as coisas funcionam:
a. O Sistema Transacional (S/4HANA)…
b. … se conecta com o Tax Service na SAP Cloud Platform …
c. … e para o Brasil, utiliza o motor de impostos dos parceiros homologados.


Em resumo, tecnicamente o funcionamento da aplicação passa pelo consumo de um serviço, e tudo acontece realmente muito rápido. Criou ordem de venda, abriu a aba país no item, clicou <ENTER> aparece CFOP e tax laws preenchidos com base nas informações enviadas  🙂
A integração do Tax Service fornece o cálculo para os seguintes impostos:
  • ISS
  • ICMS, ICMS-FCP, ICMS ST, ICMS ST-FCP
  • IPI e IPI Pauta
  • PIS e PIS Pauta
  • COFINS e COFINS Pauta
  • Impostos Retidos (ISS, INSS, PIS, COFINS, CSLL e IR)
Houveram alguns ajustes em dados mestres, inclusões de campos e tabelas no S/4CORE para permitir ao sistema enviar para o motor de cálculo todas as informações necessárias para a determinação do imposto, como por exemplo, o Cadastro de Empresas de Fora do Município (CPOM), Classificação Fiscal de Material e Serviço, e CPOM por Provedor de Serviço.
Como antecipei, na ordem de venda, é o Tax Service que determina o CFOP e os direitos fiscais do cenário que está sendo criado.
Repare que na pricing, as condições seguem como antes, dado que o retorno do serviço passa por popular as condições de modo que todos os dados de cálculo e impostos estejam disponíveis desmembrados, como acontece na TAXBRA.
Atente que todas as informações referentes a determinação fiscal são oriundas do Tax Service incluindo CST, CFOP, valores e direitos fiscais.
Os códigos do direito fiscal são determinados pelo Tax Service, mas as descrições ficam no S/4HANA, em especial porque o sistema deve ter os textos para o caso de geração de nota writer — que neste caso não tem determinação nenhuma pelo serviço.
Os dados de CEST são determinados pelo S/4CORE.
CENQ determinado pelo Tax Service
A SAP homologou mais de um parceiro para entregar o motor de cálculo de impostos que deve ser integrado com o Tax Service. Ou seja, o cliente poderá escolher qual parceiro homologado ficará responsável por calcular os impostos. Neste exemplo abaixo, o demo foi feito utilizando a solução da TaxWeb. A sugestão é consultar as opções disponíveis para definir a que melhor atende à demanda do negócio.
Exemplo de request para cálculo de imposto:
{
“id”:”248A07BD40B01ED88EB4AB0E822BCCE7″,
“date”:”2018-04-06T16:18:14.000Z”,
“saleorPurchase”:”s”,
“operationNatureCode”:”S”,
“grossOrNet”:”n”,
“currency”:”BRL”,
“Items”:
[
{
“id”:”000010″,
“itemCode”:”MAT-33030020″,
“itemType”:”M”,
“quantity”:”100.000″,
“unitPrice”:”100.000000000000″,
“itemClassifications”:
[
{
“itemStandardClassificationSystemCode”:”cest”,
“itemStandardClassificationCode”:”2000800″
},
{
“itemStandardClassificationSystemCode”:”ean”,
“itemStandardClassificationCode”:”7891008044898″
},
{
“itemStandardClassificationSystemCode”:”ncm”,
“itemStandardClassificationCode”:”33030020″
“additionalItemInformation”:
[
{
“type”:”materialOrigin”,
“information”:”5″
},
{
“type”:”ownProduction”,
“information”:”Y”
},
{
“type”:”usage”,
“information”:”C”
}
]
}
],
“Locations”:
[
{
“type”:”SHIP_FROM”,
“addressLine1″:”Av.das Nações Unidas 14.171”,
“zipCode”:”04795-100″,
“city”:”São Paulo”,
“state”:”SP”,
“country”:”BR”
},
{
“type”:”SHIP_TO”,
“addressLine1″:”Av.das Nações Unidas 30”,
“zipCode”:”04578-030″,
“city”:”São Paulo”,
“state”:”SP”,
“country”:”BR”
}
],
“Party”:
[
{
“id”:”1″,
“role”:”SHIP_FROM”,
“taxRegistration”:
[
{
“locationType”:”SHIP_FROM”,
“taxNumber”:”2063100″,
“taxNumberTypeCode”:”CNAE”
},
{
“locationType”:”SHIP_FROM”,
“taxNumber”:”74544297000192″,
“taxNumberTypeCode”:”CNPJ”
},
{
“locationType”:”SHIP_FROM”,
“taxNumber”:”Y”,
“taxNumberTypeCode”:”COFINSContributor”
Retorno do serviço

{
“id”:”248A07BD40B01ED88EB4AB0E822BCCE7″,
“date”:”2018-04-06T16:18:14.000Z”,
“total”:”16806.72″,
“subTotal”:”168.07″,
“totalTax”:”16806.72″,
“taxLines”:
[
{
“id”:”000010″,
“totalTax”:”8823.53″,
“taxcode”:5101,
“totalRate”:”0.00″,
“taxValues”:
[
{
“taxTypeCode”:”COFINS”,
“name”:”COFINS”,
“rate”:”10.3″,
“taxable”:”116806.72″,
“exemptedBasePercent”:”0″,
“exemptedBaseAmount”:”0″,
“otherBaseAmount”:”0″,
“value”:”1731.09″,
“taxAttributes”:
[
{
“attributeType”:”CST”,
“attributeValue”:”02″
{
“taxTypeCode”:”ICMS”,
“name”:”ICMS”,
“rate”:”25″,
“taxable”:”18823.53″,
“exemptedBasePercent”:”0″,
“exemptedBaseAmount”:”0″,
“otherBaseAmount”:”0″,
“value”:”4705.88″,
“taxAttributes”:
[
{
“attributeType”:”CST”,
“attributeValue”:”00″
},
{
“attributeType”:”baseDetermination”,
“attributeValue”:”0″
}
]
},
]
},
{
“taxTypeCode”:”IPI”,
“name”:”IPI”,
“rate”:”12″,
“taxable”:”16806.72″,
“exemptedBasePercent”:”0″,
“exemptedBaseAmount”:”0″,
“otherBaseAmount”:”0″,
“value”:”2016.81″,
“taxAttributes”:
[
{
“attributeType”:”CST”,
“attributeValue”:”50″
},
{
“attributeType”:”CENQ”,
“attributeValue”:”999″
}
]
},
{
“taxTypeCode”:”PIS”,
“name”:”PIS”,
“rate”:”2.2″,
“taxable”:”16806.72″,
“exemptedBasePercent”:”0″,
“exemptedBaseAmount”:”0″,
“otherBaseAmount”:”0″,
“value”:”369.75″,
“taxAttributes”:
[
Minha aposta é que teremos muitos projetos com Tax Service daqui em diante. E falando sobre tempo de projeto, para botar tudo isso funcionando, basta fazer as conexões e integração do S/4HANA com o motor de impostos, preenchendo alguns campos e o token que o parceiro entrega na contratação do serviço… e bingo!
Já está disponível no SAP API Business Hub (clique aqui) toda documentação do Tax Service para o Brasil, bem como a documentação de consulta e SDK
Seja lá a estratégia de TI que se tome, o fato é que não tem como desconsiderar utilizar o motor externo de regras e determinações fiscais. Sim, isso funciona!
Em tempo: não se falou nada nem houve nenhuma sinalização de que a TAXBRA será descontinuada nas versões on premisse ok? Não criemos pânico.
Innovation for thought!
FM
Fonte: Tax Service… e a história continua.
Fonte Complementar: Tax Service-Brazil - Determines and calculates Brazil specific taxes for a business transaction

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

SAP LABS APLICARÁ R$ 120 MI EM EXPANSÃO

O SAP Labs Latin America, localizado em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre, terá investimento de R$ 120 milhões na construção de um novo prédio no Parque Tecnológico da Unisinos.
Dennison John, presidente da SAP Labs. Foto: Baguete.

A obra será iniciada em novembro de 2018 e deve durar cerca de 18 meses. O terreno está localizado atrás do prédio atual e haverá uma ponte para conectar as unidades.

Com o novo prédio, o SAP Labs entra em sua terceira fase no Rio Grande do Sul, desde sua inauguração, em 2006. Em 2009 e 2013, a SAP desenvolveu em duas partes um projeto para a construção da estrutura atual. A primeira obra contou com investimento de R$ 40 milhões, enquanto a expansão de 2013 teve valor de R$ 60 milhões.

O objetivo da empresa é contratar mais 700 funcionários até 2020, chegando a cerca de 1,7 mil colaboradores. Já a meta de 2022 é chegar a 2 mil pessoas trabalhando no laboratório.

Entre 2016 e 2017, a contratação de novos profissionais cresceu 30%. No quadro de colaboradores, o SAP Labs Latin America possui mais de 80% dos profissionais das gerações Y e Z. A faixa etária média dos colaboradores é de 30 anos, sendo que 32% possuem MBA, mestrado ou doutorado.

A nova estrutura terá 7,5 mil m² de área útil, que representará um crescimento de 45% em espaço físico da empresa.

“Com a nova expansão, o trabalho desenvolvido em São Leopoldo vai alcançar clientes globais da SAP”, destaca Dennison John, presidente da SAP Labs.

Enquanto na primeira fase a atuação foi voltada para o Brasil, em 2013 o laboratório passou a fornecer soluções para toda a América Latina.

O laboratório na América Latina é parte da rede de 20 laboratórios da SAP no mundo que oferecem desenvolvimento, suporte e localização de soluções para as necessidades específicas dos clientes de cada país, de acordo com leis e marcos regulatórios, exigências fiscais, entre outros aspectos.

Os serviços fornecidos incluem ainda soluções de mobilidade e soluções para análise de grandes volumes de dados com o SAP HANA, além de 30 diferentes linhas de negócio.

Em 2017, a unidade de São Leopoldo foi selecionada para ser uma das sedes mundiais a receber o SAP Leonardo Center, área global destinada a desenvolver soluções voltadas à digitalização e inovação, utilizando tecnologias como internet das coisas (IoT), machine learning, analytics, big data, blockchain, cloud e data intelligence


As outras unidades são Paris, Nova York, Bangalore, Moscou e Cingapura.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

NOVA VERSÃO DO LAYOUT (v004) DO SPED EFD CONTRIBUIÇÕES

As alterações para o novo layout 004 do SPED Contribuições foram entregues através da seguinte nota do TDF:
2674726 - [TDF SP11] Note 113: PCO - Legal Change - Layout 4
Fonte: SAP Note TDF: 2674726 - [TDF SP11] Note 113: PCO - Legal Change - Layout 4

SAP ANUNCIA CURSOS GRATUITOS SOBRE EMPRESAS INTELIGENTES

A SAP anuncia quatro novos cursos sobre a plataforma openSAP voltados para viabilizar empresas inteligentes por meio do uso das tecnologias SAP. 

Os cursos, gratuitos, dão orientação para diferentes linhas de negócio envolvendo tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial (AI), machine learning, Internet das Coisas (IoT), Big Data, Análise Avançado e blockchain.


O primeiro curso da série, SAP Leonardo – Enabling the Intelligent Enterprise, está disponível desde 17 de julho de 2018, e os outros três cursos devem ser lançados ainda este ano. São eles:
  1. SAP Leonardo – Enabling the Intelligent Enterprise: nesse curso, os alunos aprenderão como a abordagem SAP Leonardo pode ajudar a criar uma empresa inteligente por meio do uso de aplicações e utilizando dados para detectar padrões, prever resultados e sugerir ações.
  2. Intelligent ERP with SAP S/4HANA Cloud: irá orientar os participantes sobre os benefícios de usar a aprendizagem de máquina e a análise preditiva para automatizar processos de negócios e permitir a operação sem intervenção manual de sistemas ERP inteligentes na nuvem em várias linhas de negócios.
  3. Reimagine Customer Experience with SAP C/4HANA: neste os alunos descobrirão como usar o pacote SAP C/4HANA para ter interações personalizadas com a marca e estabelecer relações duradouras com os clientes.
  4. SAP HANA Data Management Suite – Strategy Talk: fornece uma introdução ao SAP HANA Data Management Suite e mostra como as empresas podem usá-lo para transformar dados em conhecimento valioso. A solução foi anunciada durante a conferência SAPPHIRE NOW em junho de 2018.

A openSAP é a plataforma social da SAP para treinamento online que cursos abertos (Massive Open On-line Courses – MOOC) para empresas. 


Os usuários podem aprender em seu próprio ritmo, a qualquer hora e em qualquer lugar. 

Os cursos, que combinam conceitos testados e aprovados em sala de aula com formatos modernos de aprendizagem, como gamificação, são gratuitos e incluem atribuições semanais, projetos interativos, fóruns de discussão e exames.

APURAÇÃO DO CUSTO DAS VENDAS

1. CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS – CMV
A apuração do custo das mercadorias vendidas está diretamente relacionada aos estoques da empresa, pois representa a baixa efetuada nas contas dos estoques por vendas realizadas no período.
O custo das mercadorias vendidas pode ser apurado através da equação:

CMV = EI + C - EF Onde:
  • CMV = Custo das Mercadorias Vendidas
  • EI = Estoque Inicial
  • C = Compras
  • EF = Estoque Final (inventário final)

2. CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS - CPV
No caso de produtos (bens produzidos por uma indústria), a fórmula é semelhante ao CMV:

CPV = EI + (In + MO + GGF) – EF Onde:
  • CPV = Custo dos Produtos Vendidos
  • EI = Estoque Inicial
  • In = Insumos (matérias primas, materiais de embalagem e outros materiais) aplicados nos produtos vendidos
  • MO = Mão de Obra Direta aplicada nos produtos vendidos
  • GGF = Gastos Gerais de Fabricação (aluguéis, energia, depreciações, mão de obra indireta, etc.) aplicada nos produtos vendidos
  • EF = Estoque Final (inventário final)
COMPOSIÇÃO DOS CUSTOS DE PRODUÇÃO
O  § 1º do art. 13 do Decreto-Lei 1.598/77 dispõe que o custo de produção dos bens ou serviços vendidos compreenderá, obrigatoriamente: 
  1. O custo de aquisição de matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção, observado o disposto neste artigo;
  2. O custo do pessoal aplicado na produção, inclusive de supervisão direta, manutenção e guarda das instalações de produção;
  3. Os custos de locação, manutenção e reparo e os encargos de depreciação dos bens aplicados na produção;
  4. Os encargos de amortização diretamente relacionados com a produção;
  5. Os encargos de exaustão dos recursos naturais utilizados na produção.

3. CUSTO DOS SERVIÇOS VENDIDOS (CSV)
Numa empresa de serviços, a sistemática será semelhante à anterior, sendo a fórmula:

CSV = Sin + (MO + GDS + GIS) – Sfi Onde:

  • CSV = Custo dos Serviços Vendidos
  • Sin = Saldo Inicial dos Serviços em Andamento
  • MO = Mão de Obra Direta aplicada nos serviços vendidos
  • GDS = Gastos Diretos (locação de equipamentos, subcontratações, etc.) aplicados nos serviços vendidos
  • GIS = Gastos Indiretos (luz, mão de obra indireta, depreciações de equipamentos, etc.) aplicados nos serviços vendidos
  • Sfi = Saldo Final dos Serviços em Andamento
Para detalhamentos, acesse o tópico APURAÇÃO DO CUSTO DAS VENDAS, no Guia Contábil Online.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

CLOUD NF-E: SERVIÇOS DISPONÍVEIS (PARTE II)

por: Janaina Ferreira - Blog SAP


Olá, pessoal!
No blog post anterior eu dei uma breve descrição de alguns dos serviços disponíveis para o SLH – NF-e. Conforme mencionado, cada serviço será executado por meio de um REST APIs que serão comunicadas com o sistema de origem.

Já falamos sobre a API NF-e Authorize e NF-e Event. Portanto hoje falaremos sobre NF-e Status Service, NF-e Admin e NFS-e – Electronic Service Nota Fiscal.

NF-e Status Service:
Você usa a REST API NF-e Status Service para obter o retorno do status dos seus documentos fiscais e o status dos serviços disponibilizados pela SEFAZ, caso o servidor esteja off-line. Neste caso, as funções abaixo estão disponíveis:
  • Receber status para seu documento fiscal emitido.
  • Receber informações específicas relacionada à disponibilidade do servidor da SEFAZ.
  • Verificar a disponibilidade em ambos os servidores, normal e SVC.
NF-e Admin:
A REST API NF-e Admin permite que você faça o upload do certificado digital da empresa emissora com o propósito de assinar digitalmente as NF-es e NFS-es. Esse certificado funciona como um ID para sua empresa e somente com esse certificado você poderá emitir seus documentos fiscais.

NFS-e – Nota Fiscal de Serviço:
Esta REST API possibilita a você emitir Notas Fiscais de Serviço Eletrônicas e enviá-las para autorização. Veja as funções disponíveis abaixo:
  • Enviar suas NFS-es para a prefeitura.
  • Receber e armazenar uma NFS-e, gerar um lote e comunicar o status com o sistema de origem.
  • Cancelar uma NFS-e.
  • Enviar uma nota de substituição.
  • Fazer download do XML.
*Nota: Esse serviço é relevante apenas para a cidade do Rio de Janeiro. Porém, talvez isso seja estendido para outros municípios ano que vem.

CLOUD NF-e: SERVIÇOS DISPONÍVEIS (PARTE I)

por: Janaina Ferreira - Blog SAP


Olá, pessoal!
Dando continuidade ao blog post publicado na semana passada, onde dei uma descrição geral do funcionamento do SLH – NF-e e sua arquitetura, hoje iniciarei a falar sobre os serviços que serão disponibilizados. Cada serviço será executado por meio de REST APIs, conforme abaixo: 
  • NF-e Authorize 
  • NF-e Event 
  • NF-e Status Service 
  • NF-e Admin 
  • NFS-e – Electronic Service Nota Fiscal 
Hoje darei mais detalhes sobre os serviços de autorização e eventos:

NF-e Authorize:
Você usa a REST API NF-e Authorize para solicitar autorização dos seus documentos fiscais síncrona e assincronamente. Sendo assim, vocês têm disponíveis as funções abaixo: 
Envio de Notas Fiscais Eletrônicas para a SEFAZ em lote. 
Retorno do status das notas fiscais emitidas. 
Armazenamento de todos os XMLs gerados durante o período fiscal. 
Envio automático de e-mail para seus parceiros, uma vez que a nota esteja autorizada. 
Possibilidade de envio de NF-e emitida em contingência (SVC). 

*Nota:
Autorização síncrona não está disponível para S/4HANA.

NF-e Event:
Você usa a REST API NF-e Event para acionar eventos necessários e comunicar o sistema com a SEFAZ. Sendo assim, por meio desse serviço, vocês podem proceder com as funções abaixo: 
  • Enviar uma requisição de cancelamento para a SEFAZ. 
  • Enviar Carta de Correção para SEFAZ e destinatários de uma Nota Fiscal Eletrônica autorizada previamente. 
  • Informar a SEFAZ quando não for utilizado um número ou série de nota fiscal. 
  • Emitir e postar eventos de NF-e em contingência (SVC). 
  • Armazenar de todos os XMLs gerados e seus eventos. 
  • Informar via e-mail automaticamente enviado os parceiros que determinada NF-e foi submetida a algum evento. 

SAP SD ITEM CATEGORIES

We continue our free SAP SD course and go deeper to understanding of customization of the standard behavior of SAP ERP system related to Sales and Distribution business processes. In this tutorial, we are going to speak about SAP SD Item Categories. SAP SD Item Categories is an important concept is performing customization for SAP SD module.

It is difficult to describe all the properties of item categories in a single tutorial, because they control different aspects of sales processes and it makes more sense to study them in further tutorials related to specific business processes. Here we will just get started with understanding item categories and accessing their customizing.
As you already know from the previous tutorials about sales orders in SAP Sales and Distribution, these documents consist of the following elements:
  • Header of a sales order containing customer’s information
  • Items where the materials to be sold are maintained
  • Schedule Lines confirming whether the material will be made available for sales on the required date of delivery which the customer asked for based on the settings at SAP back end.
Like different sales document types, SAP SD Item Categories have their own functionality. When you enter a material to be sold, an item category for this material is populated after being identified based on certain criteria. Item Categories are a crucial part of sales orders and sales processes. They are responsible to control the behavior of items in a sales order. SAP SD Item Categories are assigned to SAP SD sales document types.
Item category is populated based on the:
  • Sales document type selected for an order entry
  • Item Category Group defined in the Material Master of the Finished Product to be sold
The item category group allows you to group together different materials that behave in a similar way during sales and distribution processes. Different Item Categories are determined with respect to the following sales document types:
  • Inquiry
  • Quotation
  • Contract
    • Value Contract
    • Quantity Contract
  • Scheduling Agreements
  • Sales Order
  • Delivery Document

SAP SD Item Categories and Their Functionality
Item Categories in Sales Orders


In SAP, standard item categories are available for line item while creating an inquiry, quotation, contract, scheduling agreement, sales order. Each item category has its own functionality and processing.
For example, in an inquiry, you are just recording the customer’s call received for inquiring about certain products. It can have pricing which you offer to your regular customers but since it is just an inquiry it does not need to and cannot be delivered and billed.
A sales order is an actual commitment with your customer to deliver the agreed product at a certain date. Hence, sales order item category is relevant for pricing, delivery and billing. If some material in the sales order is a free good or discounted material offer to a customer against purchase of certain quantity of goods, than its line item category will be relevant for 100% discount.
Examples of functionality which SAP SD item categories perform are:
  • If the item is relevant for pricing
  • If the item is standard or a free good given as free
  • If the item is relevant for delivery. E.g., if you are selling a finished product which was either procured and then sold (in case of trading process) or produced and then sold (in case of manufacturing process), the product will be delivered physically because it is tangible.
  • Sales of service is a bit different. In sales of service you do not deliver something which is tangible. However, it is the experience which you deliver but in system no delivery can be created since it is not tangible.
Examples of standard sales document types and their associated item categories are:
  • AFN – IN – Inquiry
  • AGN – QT – Quotation
  • KMN – Quantity Contract
  • TAN – OR – Standard Order
    • TANN: Free Item
    • TATX: Text Item in Order
  • BVN – CS – Cash Sales
  • REN – RE – Returns Order
  • G2N – CMR – Credit Memo
  • L2N – DMR – Debit Memo

Item Categories in Deliveries

The delivery item category checks how the item to be delivered will be handled during the shipping process. Whether the system should check:
  • If the item is relevant for delivery
  • If the minimum quantity criteria are met
  • If the over delivery is prompted at the time of delivery when trying to deliver over and above the sales order quantity
  • If the material is relevant for picking or not
  • If the storage location is required and mandatory
  • Etc.

Customizing SAP SD Item Categories

SAP SD item categories can be customized as per your business requirements and scenarios at hand. To do this, you should always follow and abide the best practice by first copying a standard item category which is near to your requirements, then customize it as per the business needs and rename it with your own naming convention starting from either ‘Y’ or ‘Z’ letters.
To access the customizing for item categories of sales orders at the backend in the SAP system, you can either use transaction VOV7 in the transaction bar to reach to that area directly:
Start VOV7 Transaction
Start VOV7 Transaction
or type SPRO in the transaction bar:
Start SPRO Transaction
Start SPRO Transaction
Then either press F5 or  in the next screen:
Click SAP Reference IMG
Click SAP Reference IMG
Once you are in customizing, to access Sales Order Item Categories follow this menu path:
Sales and Distribution > Sales > Sales Documents > Sales Document Item > Define Item Categories
Sales and Distribution > Sales > Sales Documents > Sales Document Item > Define Item Categories
Sales and Distribution > Sales > Sales Documents > Sales Document Item > Define Item Categories
Maintain Item Categories
Maintain Item Categories
Below is a screenshot of a customizing screen for the standard item category TAN that by default assigned to the standard sales order type OR:
TAN Item Category
TAN Item Category
To access Delivery Item Categories, either enter 0VLP in the transaction bar:
Start 0VLP Transaction
Start 0VLP Transaction
Or follow this menu path after if you wish to access it by entering SPRO in the transaction bar:
Start SPRO Transaction
Start SPRO Transaction
Press F5 from keyboard or press  button
Click SAP Reference IMG
Click SAP Reference IMG
Then, navigate to the following item in the SAP customizing menu: Logistics Execution > Shipping > Deliveries > Define Item Categories for Deliveries
Logistics Execution > Shipping > Deliveries > Define Item Categories for Deliveries
Logistics Execution > Shipping > Deliveries > Define Item Categories for Deliveries
Delivery Item Categories
Delivery Item Categories
Below is a screenshot of a customizing screen of the standard item category TAN that by default assigned to the delivery type LF.
Did you like this tutorial? Have any questions or comments? We would love to hear your feedback in the comments section below. It’d be a big help for us, and hopefully it’s something we can address for you in improvement of our free SAP SD tutorials.