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terça-feira, 22 de maio de 2018

COMO POSSO RECUPERAR NOTAS FISCAIS PERDIDAS?

Como já foi visto em posts anteriores, armazenar notas fiscais eletrônicas emitidas e recebidas é obrigação do contribuinte. E portanto, a lei exige que as notas sejam armazenadas por pelo menos cinco anos, por isso é recomendado fazer periodicamente o backup de suas notas. Mas o que fazer se elas foram perdidas?

Veja como é simples recuperar nota fiscais de forma manual:
Para isso vamos usar o Porta da NFe. A Sefaz possui um serviço para consulta da nota fiscal eletrônica, e além da consulta essa funcionalidade permite que você baixe nota por nota manualmente.

No entanto para esse processo é necessário ter a Chave de Acesso da NFe, confira:

Passo a passo:
  • Tenha o DANFE em mãos e acesse o site da Nota Fiscal Eletrônica.
  • Digite a chave de acesso no campo informado. É necessário informar o número de 44 dígitos presente no DANFE.
  • Digite o código de acesso da imagem do site.
  • Faça o download do XML.
Observação: para realizar a consulta corretamente é necessário ter o certificado digital habilitado e permitir a gravação de cookies no navegador.

Não tenho a chave de acesso, e agora?
Não é possível baixar documentos perdidos sem a chave de acesso. Afinal, a chave de acesso é o identificador da nota fiscal e sem ela não é possível saber qual documento foi emitido.

Porém, existe uma alternativa é tentar encontrar suas notas através do WebService de Distribuição, um serviço na Sefaz que busca todos os documentos dos últimos 3 meses sem a necessidade da chave de acesso. Mas, para realizar a busca é necessário ter em mãos o CNPJ e o certificado digital da empresa. Mas, ele tem suas limitações:
  • É um serviço voltado para o destinatário. O seu propósito é descobrir notas emitidas contra a empresa. Logo, não é útil para documentos perdidos pelo emitente.
  • Não é possível encontrar documentos mais antigos que 3 meses. Ou seja, ele não serve para documentos perdidos há muito tempo.
  • Apenas alguns documentos podem ser baixados. A Sefaz não entrega todos os documentos dos contribuintes presentes na NFe.
  • Para o destinatário é necessário realizar a manifestação para baixar o documento.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

SAP FIORI FROM SPACE LEVEL


SAP Fiori Explained in an Unorthodox Way!!

Fiori: The budding flower of SAP that has been blossoming for some years!!
Are you not bored of the same old GUIs? Want some excitement and better experience? Sow this flower in your SAP garden and nurture it regularly, the fragrance would surely spread far and wide!
SAPGUI->BSP->WEBDynpro->FPM->Portal->Fiori.
What would be next in SAP’s mind? Hope no surprise in near future!
You need these GUIs as App on my mobile! You wonder how I shall do it! Can SAP provide it?
Gone are the days of old GUIs and cumbersome web Applications! SAP is evolving at the lightning speed and we need to keep pace with SAP otherwise we would vanish to oblivion in its vast galaxy!
Enough of talking. You need to see things working. You have the latest SAP Netweaver version in your system. Can you start off with the Apps?
Well, the real-time Apps demand little more. Here are the things that are actually required for a working App.
You must have heard some random terms for the same, “SAPUI5”, “Gateway Server”, and “OData Services”, etc. Let’s get them into our nerves one by one.
The backbone of every concept is its architecture. Let’s dive ourselves deeper into the concept. 
  • Web Dispatcher – As SAP welcomes the outside world with open arms, any request that comes to it, it redirects to the appropriate backend server. It ensures the smooth flow of traffic between client and servers.
  • ABAP Frontend or the Gateway Server: It is the key ingredient that is required for proceeding to make any Apps. It is basically based on SAP Netweaver Application Server.It is actually a handshake between the outer network and the backend business Applications. It contains all the gateway components and the necessary technicalities required to make Odata. In short, it is the heart and the central nervous system for creating, configuring and designing Fiori Apps.
  • ABAP Backend Server: I need not say much in this. We are very familiar with this – as rightly said by him, it is the place where our business logic is developed and configured and it will continue to rule!!
  • The Last Layer – The last layer always has to be the database layer. It can be any database for transactional Apps and SAP HANA Database for the fact sheet and analytical Apps.
WOW!! DOESN’T THE ARCHITECTURE SEEM SO SIMPLE FROM THE SPACE LEVEL?
Now you have your front end server and backend Server in place (should be connected through RFC connection). Once the configurations are set (as mentioned in the article “SAP Fiori Tutorial Part I . System Check, Installation, and configuration”) you are all set to fly high in space!
But, what do you do in your frontend server?
As I said earlier with the front end or the gateway server, it becomes easy to handshake with the outside world! It does the following functions:
  • I can create OData services: Let’s put down the high-level language into low-level language – it is an open data protocol (rule) through which my APIs can be converted into services which can be consumed through web browser (remember the architecture?) and SAP Fiori Apps use this OData to display and update data in backend. OData actually is an entity set on which we can also perform CRUD Operations. How cool is that!
  • Fiori Catalogue: Once OData services are ready and activated, we can build a catalogue for our Apps.
  • Authorizations: Once your catalogue is designed, you need some BASIS/Security guys for role authorization to Fiori end user for OData services and catalogue.
  • Fiori Theme designer: All the above steps are enough for you to make an App, but if you need a new look and feel, through the Gateway server, you can design a theme too for your App.
  • Fiori Launchpad: Once you are all set, you can configure your SAPUI5 App in your Launchpad and enjoy the simplified usage of robust Applications.
Hope you got what is SAPUI5? – SAP User Interface based on HTML5, which are responsive across browsers and devices- So Simple. Isn’t it?
Then what is SAP Fiori Apps? – Any SAPUI5 App which satisfies the 5 Basic Design Principles, qualify to be called a Fiori Apps.
That was it from the space level for today. We shall land on the actual Fiori planet to monitor things acutely and hands-on in our next articles.
PLEASE LEAVE YOUR COMMENTS AS TO HOW MUCH YOU ENJOYED THIS SPACE RIDE!
We have a very active Telegram (App) SAP Technical Group with more than 1340+ SAP Technical Practitioners from 6 Continents of the SAP World. Please join it using below link.

Step by Step Tutorials on SAP Fiori

terça-feira, 15 de maio de 2018

WHAT’S NEW: SAP NOTES EM PORTUGUÊS!

Bom dia, pessoal!
Com o propósito de aumentar o número de usuários aptos a compreender o conteúdo das SAP Notes e torna-las disponíveis a todos, agora traduções automatizadas estão se tornando uma realidade cada vez mais forte na SAP, sobretudo nas SAP Notes.
Portanto, quando você for implementar uma SAP Note, você poderá ler a SAP Note em sua língua nativa ou em outra de sua preferência. Hoje os idiomas disponíveis para tradução são português e japonês, porém a ideia é expandir para o maior número de idiomas possíveis no futuro.
O procedimento é simples e pode ser feito da seguinte maneira:
  1. Acesse a SAP Note ou SAP KBA no SAP One Support Launchpad.
  2. Vá para a aba Languages.
  3. Selecione a opção Português (Machine Translation).
Em seguida sua SAP Note será traduzida e o conteúdo disponibilizado na língua desejada.
Nota: Como a tradução é feita através do SAP Translation Hub e não é revisada por uma equipe de tradução, fiquem a vontade para contribuir com feedbacks submetendo um incidente para o componente XX-TRANSL-NOTE-FB-PT.
Para mais informações sobre Machine Translation na SAP, veja esse blog post.
Espero que esse post tenha sido útil.
Abraço, Janaína

quarta-feira, 2 de maio de 2018

SAP CERTIFICATION DAY 2018


Um profissional certificado SAP é reconhecido mundialmente por suas habilidades. Para que cada vez mais consultores componham esse grupo, a SAP Education Brazil abre novamente as inscrições para o evento SAP Certification Day, no qual é possível se certificar nas soluções on Premise da SAP por um valor diferenciado.

São diferentes datas e localidades para que você possa realizar sua prova de certificação SAP.
  • Belo Horizonte - MG: 05 de Maio de 2018
  • Forteleza - CE: 17 de Maio de 2018
  • Recife - PE: 19 de Maio de 2018
  • Campinas - SP: 25 e 26 de Maio de 2018
  • São Leopoldo - RS: 08 de Junho de 2018
  • São Paulo - SP: 16 de Junho de 2018
  • Vitória - ES: 23 de Junho de 2018
  • Brasília - DF: 07 de Julho de 2018
  • Rio de Janeiro - RJ: 14 de Julho de 2018
Nesta edição, a SAP Education simplificou o processo de inscrição e além de uma nova interface do site, agora é possível escolher o horário de realização da prova, mediante disponibilidade por localidade.


Não perca sua vaga!

Não perca sua vaga!
Acesse o site, veja as datas e garanta a sua inscrição.


Observação:
As confirmações das turmas estão sujeitas a quórum, não atingindo o número necessário de participantes, a SAP comunicará os alunos por e-mail e solicitará o estorno via Mercado Pago, uma semana antes da data de realização da prova.
Atenciosamente, 
SAP Education Brazil

SOLUÇÃO ERP EM NUVEM MOSTRA EFICIÊNCIA EM REDUÇÃO DE CUSTOS

A aquisição do ERP em nuvem é uma tendência crescente no mundo dos negócios. A procura pela Computação in Cloud cresceu em 20% no ano passado em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Locaweb.

Após a era de otimização dos processos, chegou a vez da conectividade de informação em tempo real através da nuvem, que acompanhada de ferramentas desenvolvidas que potencializam seus benefícios torna-se uma grande aliada para a redução dos custos da empresa em diversos aspectos.

Segundo dados da IDC (International Data Corporation) que 77% das empresas que aderiram solução em cloud, diminuíram os gastos na área de TI. Além disso, este mesmo estudo em 2017 apontou que entre as projeções para 2018, estão o aumento de 40% dos investimentos nesse tipo de solução na América Latina, com grande participação do Brasil que já é um notável adepto à ferramenta.

Com a constante renovação das formas de se divulgar, negociar, vender e se relacionar com os clientes através da internet, o volume de dados produzidos e recebidos pelas companhias aumentou de forma significativa. As necessidades de armazenamento, segurança e aplicações resolutivas desses dados são fatores que preocupam empresas de todos os tamanhos, e pode ser facilmente solucionado com aquisição ou integração de solução ERP em nuvem.

As projeções indicam também que até o ano de 2020, 70% dos custos da área de TI serão designados a computação em nuvem, Big Data analytics, social business e mobilidade, artefatos recentemente reconhecidos como premissa de praticidade e desenvolvimento tecnológico essenciais para a redução de custos.

Quais custos podem ser reduzidos com a solução do ERP em nuvem SAP S/4HANA?
Considerando os avanços e resultados já constatados desde a chegada da nova modalidade de solução de gestão no mercado, a SAP desenvolveu a plataforma in-memory SAP S/4HANA, que suporta amplo volume de dados e disponibiliza as informações em tempo real, permitindo a correção instantânea de erros e análise preditiva de demandas através de inteligência artificial.

Dentre os custos a serem reduzidos através da funcionalidade da ferramenta podemos citar:
  • Diferente da implantação on premisse, o ERP no HANA propicia economia de 20 a 25% na implantação por ter custo de aquisição menor, dispensar atributos de infraestrutura como: espaço, alto uso de energia elétrica para resfriamento, aquisição de hardwares e também na atualização de softwares, já que a atualização é mantida pela SAP trimestralmente. Ao eliminar e diminuir tais processos, é possível diminuir o tempo de implantação, podendo ser realizado no do período médio de 12 a 16 semanas.
  • Devido ao baixo custo, a oportunidade de aquisição para pequenas e médias empresas é altamente viável em diversas aplicações, como com a implantação especializada do SAP Business One, ERP específico e customizável para PME’S de diversos segmentos como varejo, agronegócio, distribuição, manufatura e muito mais.
  • Possibilita o monitoramento dos KPI’s de segurança de forma precisa através da criptografia e gestão de identidade de acesso, zelando pela segurança do armazenamento e comunicação de dados e serviços de aplicativos.
  • A convergência e possibilidade de configuração entre a plataforma e os transformadores digitais como IOT, Big Data e inteligência artificial, permitem que as métricas sejam projetadas e cumpridas de forma objetiva e abrangente, correspondendo ao planejamento financeiro e compliance da organização.
  • É importante a contratação de consultorias capacitadas para a implantação e principalmente, para a integração e migração dos dados na nuvem, pois este é um processo que exige tato e conhecimento para priorizar e organizar a sequência de migração dos setores da empresa.

WHAT’S NEW: INTEGRAÇÃO DO SLH – NF-E COM ERP E S/4HANA (CLOUD E OP)


Olá, pessoal!
Como alguns de vocês podem lembrar no primeiro post que fiz sobre SLH – NF-e, agora suas operações podem ser realizadas e seus documentos fiscais devidamente enviados à SEFAZ via cloud, por meio dos serviços que fazem parte do SAP Localization Hub, NF-e, que são:
Entretanto, para que essas ações possam ser realizadas é preciso que haja uma comunicação entre o seu ERP ou S/4HANA com o SLH – NF-e. Essa comunicação é feita por uma integração que está sendo disponibilizada para ambos. Vou descrever brevemente como fazer essa integração, porém, certifiquem-se que vocês estão cumprindo os pré-requisitos abaixo: 
  1. Você já tem uma inscrição ativa na SAP Cloud Platform (SCP) para a aplicação de NF-e. 
  2. Você já configurou o seu certificado digital. 
Integração com S/4HANA Cloud:
A integração de S/4HANA Cloud edition com SLH NF-e está prevista para ser liberada em Maio-2018, na release 1805.

Integração com S/4HANA On-Premise:
A integração de S/4HANA On-Premise foi entregue em 27 de fevereiro e já estão disponíveis. 
Integração com ERP: 
A integração com os sistemas legado foi entregue em 27 de fevereiro e já estão disponíveis.
O Guia de Configuração será publicado no Help Portal, na release 1805, respectivamente. 
Dúvidas? Feedbacks? Deixem um comentário abaixo. 

PUBLICADA NT 2018.002 SOBRE O CONSUMO INDEVIDO DOS AMBIENTES DE AUTORIZAÇÃO.

23/04/2018 - ATENÇÃO: Publicada NT 2018.002 prevendo novos controles sobre o consumo indevido dos ambientes de autorização.
Publicada NT 2018.002 prevendo novos controles sobre o consumo indevido dos ambientes de autorização.

Resumo:
Atualmente, várias UF autorizadoras de documentos fiscais eletrônicos estão tendo seus serviços utilizados de forma indevida por alguns contribuintes.
Esse uso indevido pode comprometer a estabilidade dos Web Services e resultar na saturação dos recursos, deixando o ambiente autorizador inoperante,
podendo também ser interpretadas como ataques aos recursos de processamento, rede e armazenamento.

Portanto, para preservar os sistemas autorizadores, observado um comportamento indevido da aplicação de alguma empresa no consumo dos diversos
Web Services, a SEFAZ autorizadora, a seu critério, poderá implantar as regras de validação de Consumo Indevido.

O contribuinte que estiver utilizando indevidamente os sistemas poderá sofrer as penalidades definidas na legislação de cada UF.
Os prazos previstos para a implementação das mudanças são:
  • Ambiente de Homologação (ambiente de teste das empresas): 02/05/2018
  • Ambiente de Produção: 16/05/2018

PUBLICADA NT 2018.001: EMISSÃO DE NF-e POR PRODUTORES RURAIS.

20/04/2018 - ATENÇÃO: Publicada NT 2018.001 trazendo novidades na emissão de NF-e por Produtores Rurais.

Publicada NT 2018.001 trazendo novidades na emissão de NF-e por Produtores Rurais.

Resumo:
Foi alterada a legislação nacional (Ajuste SINIEF 09/2017), permitindo a emissão da NF-e para emitente Pessoa Física, identificado pelo seu CPF. Esta decisão atende uma demanda de algumas SEFAZ e uma demanda também dos Produtores Rurais, que possuem uma Inscrição Estadual vinculada a sua inscrição no CPF.


Com esta mudança, o contribuinte Produtor Rural com CPF poderá prescindir da emissão da Nota Fiscal Avulsa no site da SEFAZ para emitir a NF-e na operação interestadual, na exportação, na venda para órgãos públicos e em outras situações em que é obrigatória a emissão da NF-e. Será possível também gerar a NF-e na própria operação interna dentro da UF.

Portanto, deverá ser possível a emissão de Nota Fiscal Eletrônica para o Emitente Pessoa Física (CPF) utilizando o Aplicativo do próprio do contribuinte.
Esta especificação documenta as mudanças necessárias no serviço de autorização de NF-e disponibilizado pelas SEFAZ. 

O prazo previsto para a implementação desta versão é: 
  • Ambiente de Homologação (ambiente de teste das empresas): em 01/08/2018;
  • Ambiente de Produção: em 01/10/2018.
Fonte: Coordenação Técnica do ENCAT

terça-feira, 24 de abril de 2018

RACHA ENTRE BANCOS TRAVA IMPLEMENTAÇÃO DO BLOCKCHAIN NO BRASIL

Uma disputa entre grandes bancos está travando a implementação mais ampla de inovações no setor financeiro no Brasil com uso do blockchain, arquitetura que registra informações de uma rede de forma criptografada, verificável e compartilhada.

Há pelo menos quatro anos em discussão na Febraban, entidade que representa o setor bancário, o blockchain (cadeia de blocos, no tradução literal do inglês) é visto como candidato a promover mudanças profundas no modelo de negócios de setores inteiros da economia.


Dadas as possibilidades inerentes ao blockchain, como de rastreabilidade e de que negócios entre duas partes ocorrerem sem necessidade de validação por terceiros, empresas tão distintas quanto fabricantes de bebidas e locadoras de veículos vêm fazendo investimentos crescentes no setor.

No setor bancário, isso pode trazer ao cotidiano inovações como transferências bancárias a qualquer dia e hora ao custo de uma fração do atualmente pago nas TEDs e DOCs, ou a digitalização do real, tudo dentro de um período de implementação relativamente curto.

Nada comparável com o governo de Cingapura, que está na segunda fase de um projeto destinado a fazer todo seu sistema bancário rodar com base em blockchain, mas ainda assim profundas.

“Daqui a alguns anos, qualquer troca ou liquidação financeira será feita por meio de blockchain”, diz o vice-presidente responsável por tecnologia do Bradesco, Maurício Minas.

Já se visualiza, por exemplo, uma evolução da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), central responsável pela comunicação das transações entre os bancos, parte do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), diz Thiago Charnet, diretor de arquitetura da informação no Itaú Unibanco.

Mas isso depende de consenso entre as instituições sobre qual plataforma usar. Há dois grupos fazendo um cabo de guerra, cada qual tentando fazer prevalecer seu modelo, com Itaú Unibanco e Bradesco de um lado, e Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal do outro.

Hoje, os bancos testam várias plataformas de blockchain simultaneamente, dependendo da aplicação desejada. “O mais provável é que daqui a alguns anos os bancos estejam usando várias plataformas, cada qual para uma aplicação diferente”, disse Guilherme Horn, chefe no Brasil da área de inovação da Accenture no Brasil.

Para uso mais abrangente, as preferências têm se dividido. Santander, BB e Caixa têm desenvolvido testes conjuntos no Multichain e no Hyperledger Fabric, plataforma totalmente aberta tida como mais eficaz na interface dos bancos com empresas clientes, por exemplo.

Já Itaú e Bradesco preferiram aderir ao Corda, sistema desenhado para o setor financeiro pelo R3, consórcio global de 94 instituições financeiras do mundo, incluindo eles mesmos, além da B3, no Brasil.

Na semana passada, o Santander Brasil lançou um serviço de remessa internacional por meio do Repo, considerado o melhor para esta atividade. Itaú e Bradesco, com mais dois bancos, começaram mais cedo neste ano no país a usar blockchain nas transações entre eles com derivativos de balcão, com base no Corda.

Além das preferências tecnológicas, o embate envolve questões mais amplas, como o controle de como e quem pode ter acesso à informação, uma tema sensível no setor financeiro, dada as implicações sobre sigilo e a sustentabilidade do negócio.

Daí a preferência dessas instituições para fazerem parte de um consórcio fechado, o que lhes dá maior controle para impor determinados limites sobre a versão licenciada.

O Corda e o Hyper Ledger são conhecidos como Distributed Ledger Technologies (DLT), sistema parecido com o blockchain, mas que difere dele por ter controle mais centralizado. O Hyper Ledger, no entanto, é todo desenhado sobre plataforma aberta, enquanto o Corda tem duas versões. Na fechada, só os sócios têm acesso.

“Mas outros usuários podem usar uma versão aberta, compatível”, diz o diretor-geral do R3 no Brasil, Keiji Sakai.

Oficialmente, os bancos dizem que as diferentes plataformas podem conviver e que os resultados de testes ao longo do tempo vão indicar quais as melhores para cada aplicação.

“Não achamos que seja um programa rival do Corda, embora algumas aplicações sejam parecidas”, disse Igor Regis Simões, gerente-executivo de tecnologia do Banco do Brasil, sobre o Hyper Ledger.

As declarações amistosas dos executivos, no entanto, contrastam com embate de bastidores entre os bancos para tentar fazer prevalecer sua preferência, e que traz consigo interesses de gigantes de tecnologia incluindo IBM, Oracle e SAP, e possíveis contratos de centenas de milhões de dólares.

“Algumas discussões no âmbito do sistema financeiro sobre a escolha da melhor plataforma deixaram de ser técnicas”, disse uma fonte, que pediu para não ser identificada.

Com isso, algumas novidades previstas pela própria Febraban para 2018 com uso do blockchain foram adiadas. “Era para ser o ano da aplicação, mas isso atrasou”, disse a fonte. Procurada, a Febraban não comentou o assunto.

Uma das mais ambiciosas é a criação de uma versão digitalizada do real, que permitiria que pessoas fizessem, por exemplo, pagamentos por meio de uma carteira digital, um projeto que tem interesse direto do Banco Central.

Em vez disso, os bancos têm avançado mais rapidamente com o uso do blockchain para uso interno. O BB já tem uma moeda digital própria, o “flurbos”, usado para patrocinar projetos internos de inovação. O Bradesco está desenvolvendo algumas soluções que poderão ser vendidas para empresas ou para governos.

Alheio a essa disputa, o BC tem feito vários testes que o setor chama de provas de conceito e que podem chegar ao público nos próximos meses, incluindo um sistema de identificação digital para combater fraudes.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

DADOS DE CLASSIFICAÇÃO FISCAL

SUMMARIZED INFORMATION ABOUT THE NEW FIELDS (IN PT / EN):
Field COMSIZE = Tamanho da Empresa (Company Size)
Field CRTN – Código de Regime Tributário – número (Tax Regime Code – number)
Field DECREGPC – Regime de declaração para PIS/COFINS (Declaration regime for PIS / COFINS)
Field INDTYP Tipo principal de Setor Industrial (Main type of Industrial Sector)
Field LEGALNAT – Característica legal (Natureza Jurídica) Legal Nature
Field TDT – Tipo de declaração de imposto (Type of tax Declaration)
Field RG – Numero do RG (ID number)
Field RGDATE – Data da publicação RG (Date of publication RG)
Field EXP – Emitido por (Issued by)
Field UF – Estado (State)
Field RIC – N° CAN (CAN Number)
Field RNE – Registro Nacional Estrangeiros (Foreign National Registration)
Field RNEDATE – Data de expedição do RNE (Date of issue of RNE)

DETAILED INFORMATION + DROP DOWN VALUES
SUFRAMA (field SUFRAMA)
PT = O código SUFRAMA é uma identificação que as empresas que operam na Zona Franca de Manaus têm.
Essa identificação é controlada pela SUFRAMA (Superintendência da Zona Franca de Manaus), uma agência governamental que regulamenta todas as operações para essas companhias e as torna elegíveis para benefícios e incentivos.
Esse número é necessário durante transações e auditorias.
EN = The code SUFRAMA is an identification that the companies that operate in the Free Zone of Manaus have.
This identification is controlled by SUFRAMA (Manaus Free Zone Superintendence), a government agency that regulates all operations for these companies and makes them eligible for benefits and incentives.
This number is required during transactions and audits.

CNAE (Código Nacional da Atividade Econômica) (field CNAE)
PT = É usado para classificar a atividade econômica da empresa, de acordo com seus objetivos estatísticos e fiscais.
EN = It is used to classify the economic activity of the company, according to its statistical and fiscal objectives

Natureza Jurídica – Legal Nature (field LEGALNAT)
PT = Natureza jurídica é a palavra-chave usada para classificar uma empresa de conforme sua atividade jurídica.
A natureza jurídica é definida na Receita Federal no momento de criação do CNPJ. Para mais informações, veja a Tabela de Natureza Jurídica e Qualificação do Representante da Entidade, publicada no site da Receita Federal.
EN = Legal nature is the keyword used to classify a company according to its legal activity.
The legal nature is defined in the Federal Revenue at the time of creation of the CNPJ. For more information, see the Table of Legal Nature and Qualification of the Representative of the Entity, published on the website of the Internal Revenue Service.

CRT (Código de Regime Tributário – CRT Number) CRTN
PT = É usado durante a emissão da NF-e com o objetivo de classificar a situação tributária, conforme segue:
EN = It is used during the issue of the NF-e for the purpose of classifying the tax situation, as follows:
Values:
1 – Simples Nacional (Simplified Taxation System)
2 – Simples Nacional (Simplified Taxation System - exceeding gross revenue limit)
3 – Regime Nornal (Normal Tax Payer)

ICMS – Contribuinte (field ICMSTAXPAY)
PT = Valores referentes às características do contribuinte, classificado conforme abaixo:
EN = Values referring to the characteristics of the taxpayer, classified as follows:
Values:
NC = Não Contribuinte (ICMS non Taxpayer)
CO = Contribuinte (ICMS Tax Payer)
CD = Contribuinte com destaque de ICMS na NFe (ICMS Taxpayer, with ICMS values highlighted in the NFe)
CS = Contribuinte sem destaque de ICMS na NFe (ICMS Taxpayer, without ICMS values highlighted in the NFe)
PR = Produtor Rural (Rural Producer)
NA = Pessoa Física (Natural Person - not a company)

Tipo de Empresa (Type of Industry) (field INDTYP)
PT = Valores utilizados para classificar a atividade de negócio principal de uma pessoa jurídica, conforme abaixo:
EN = Values used to classify the main business activity of a legal entity, as follows:
Values:
CN = Construtora (Constructor)
CR = Comércio (Commerce)
IN = Indústria (Industry)
RA = Revendedor Atacadista (Wholesaler)
RV = Revendedor Varejista (Retailer)

TDT (Tipo de Declaração do Imposto – Tax Declaration Type) (field TDT)
PT = Valores utilizados para classificar o tipo de declaração do imposto, conforme a tabela abaixo:
EN = Values used to classify the type of tax declaration, as shown in the table below:
Values:
SN = Simples Nacional (Simplified Taxation System)
LP = Lucro Presumido (Presumid profit)
LR = Lucro Real (Real profit)
LA = Lucro Arbitrário (Arbitrary profit)

Tamanho da Empresa – Company Size (field COMSIZE)
PT = O tamanho da empresa é definido pelo número de funcionários e a receita anual da empresa. Os valores abaixo são usados para especificar o tamanho do negócio:
EN = Company size is defined by the number of employees and the company's annual revenue. The values below are used to specify the size of the business:
Values:
PQ / EPP = Empresa Pequeno Porte (Small Company)
PE = Pequena Empresa (Small Company)
ME = Microempresa (Micro-company)
MD/MDE = Media Empresa / Empresa de Médio Porte (Medium - Sized Company)
GE = Grande Empresa /Empresa de Grande Porte (Large Company)
MI/MEI = Microempreendedor individual (Micro Entrepeneur)
PF = Pessoa Física (Natural Person - not a company)

Regime de Declaração para PIS/COFINS (field DECREGPC)
PT = Valores usados para classificar o regime de declaração para PIS/COFINS, conforme tabela abaixo:
EN = Values used to classify the declaration regime for PIS / COFINS, according to the table below:
Values:
CM = Cumulativo (Cumlative Regimen)
NC = Não Cumulativo (Non Cumlative Regimen)

RIC (Registo de Identidade Civil) (field RG)
PT = RIC é o registro de identidade civil, semelhante ao RG, provido para pessoas físicas brasileiras. Entretanto, diferente do RG, ele tem 11 dígitos e é coordenado por uma autoridade nacional.
EN = RIC is the civil identity registry, similar to the RG, provided for Brazilian individuals. However, unlike the RG, it has 11 digits and is coordinated by a national authority.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

34 EMPRESAS DE TECNOLOGIA SE UNEM EM ACORDO DE SEGURANÇA CIBERNÉTICA

Iniciativa inclui companhias como Cisco, Dell, Facebook, HP, Microsoft e SAP.

A RSA Conference, realizada nesta semana em San Francisco (EUA) foi palco da assinatura do Acordo Tecnológico de Segurança Cibernética, que inclui a participação de 34 empresas globais de tecnologia para promover a segurança on-line em todo o mundo.

Os participantes do acordo são: ABB, Arm, Avast, Bitdefender, BT, CA Technologies, Cisco, Cloudflare, DataStax, Dell, DocuSign, Facebook, Fastly, FireEye, F-Secure, GitHub, Guardtime, HPE, HP Inc., Intti, Juniper, LinkedIn, Microsoft, Nielsen, Nokia, Oracle, RSA, SAP, Stripe, Symantec, Telefonica, Tenable, Trend Micro e VMware.

Brad Smith, presidente e Chief Legal Officer da Microsoft, afirma que a iniciativa é um passo importante que já conta com amplo apoio de muitos dos líderes do setor de tecnologia e empresas de segurança cibernética. "E nas próximas semanas e meses, estamos confiantes de que esses números vão crescer ainda mais", projeta.

O executivo diz também que o sucesso desta aliança não é apenas assinar um compromisso, mas sim sobre a execução. "Por isso que hoje é apenas um passo inicial, e amanhã começaremos o importante trabalho de aumentar nossa aliança e tomar ações efetivas juntos."

Smith explica que o acordo estabelece quatro princípios:
1. O primeiro é proteger todos os usuários e clientes em todos os lugares, sejam indivíduos, organizações ou governos, independentemente do conhecimento técnico, cultura, localização ou os motivos do invasor, sejam eles criminais ou geopolíticos. "Como indústria, prometemos hoje que projetaremos, desenvolveremos e forneceremos produtos e serviços que priorizem segurança, privacidade, integridade e confiabilidade e, por sua vez, reduzam a probabilidade, a frequência, a exploração e a gravidade das vulnerabilidades. Isso inclui proteções mais fortes de instituições e processos democráticos em todo o mundo."

2. O segundo princípio é que as empresas vão se opor aos ataques cibernéticos contra cidadãos e empresas inocentes de qualquer lugar. "Como afirmamos no Acordo Tecnológico, protegeremos contra adulteração e exploração de produtos e serviços de tecnologia durante seu desenvolvimento, projeto, distribuição e uso. Não ajudaremos os governos a lançar ataques cibernéticos contra cidadãos e empresas inocentes."

3. Em terceiro lugar, as empresas prometem capacitar usuários, clientes e desenvolvedores a fortalecer a proteção da segurança cibernética. "Uma das conclusões que surgiram no ano passado é, não surpreendentemente, que, em qualquer cenário de segurança, você é tão forte quanto o elo mais fraco. Proteger a rede mundial de computadores exige que todos nós reconheçamos a necessidade de aumentar a capacidade e a resiliência das redes de computadores do mundo. Faremos isso fornecendo aos nossos usuários, clientes e ao ecossistema mais amplo do desenvolvedor mais informações e melhores ferramentas que permitam compreender as ameaças atuais e futuras, e proteger-se contra elas."

4. E, por último, as organizações dizem que farão parcerias umas com as outras e com grupos afins para melhorar a segurança cibernética. "Trabalharemos uns com os outros para estabelecer parcerias formais e informais com pesquisadores da indústria, da sociedade civil e de segurança, em tecnologias proprietárias e de código aberto para melhorar a colaboração técnica, divulgação de vulnerabilidades e compartilhamento de ameaças, bem como minimizar os níveis de códigos maliciosos sendo introduzidos no ciberespaço. Além disso, incentivaremos o compartilhamento global de informações e os esforços civis para identificação, prevenção, detecção, resposta e recuperação de ataques cibernéticos e garantir respostas flexíveis à segurança do ecossistema de tecnologia global em geral", finaliza Smith.